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Top 3 – Estreias de Filmes

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Ultimamente venho riscando no calendário a data de alguns filmes que estou muito ansiosa para assistir, daqueles que a expectativa está lá no alto e que espero fortemente não me decepcionar. 

Assassinato no Expresso do Oriente – Novembro

Apesar de ter devorado quase toda a obra da Agatha Christie eu nunca vi nenhuma adaptação dos seus livros, erro que será corrigido agora em novembro com a estreia dessa adaptação. Esse é um dos meus livros preferidos da autora e traz meu detetive preferido de todos os tempos, Hercule Poirot.  Com um elenco de nomes fortes como Penelope Cruz, Michelle Pfeiffer, Judi Dench, entre outros, estou esperando que seja um tremendo sucesso e abra as portas para novos filmes do detetive. Esse livro foi adaptado pela primeira vez em 1974, porém ainda não tive a oportunidade de assisti-lo. 

It – A Coisa – Setembro

Apesar de ser extremamente medrosa e fugir de todo e qualquer filme de terror, após ler o livro do Stephen King estou extremamente tentada a ir assistir no cinema essa adaptação, que também será um remake, já que o palhaço mais assustador da ficção já apareceu nos cinemas em 1990. Essa adaptação já foi aprovada pelo King, que possui um histórico de não gostar muito das adaptações das suas obras, e diferente do primeiro, dessa vez a história será dividida em dois longas e tem tudo para dar conta do tijolo que é o livro A Coisa.

Mulher Maravilha – Junho

Ok, agora é a hora DC, depois de vários filmes decepcionantes estou apostando todas as minhas fichas em Mulher Maravilha. Apesar de amar super-heróis já estava na hora das super-heroínas chegar nas telonas, então por favor DC, não estrague isso. Por enquanto tenho grandes esperanças com os trailers lançados e espero no mínimo um roteiro coerente e um bom desenvolvimento da personagem, que acabou meio perdida em Batman x Superman. Faltam duas semanas para a estreia e a ansiedade está batendo forte e o medo de ser um desastre também. 

Top 3 – Séries que estou obcecada

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Ultimamente tenho gastado bastante tempo com séries e sempre gostei de assistir várias coisas ao mesmo tempo, porém nas últimas semanas estou obcecada com algumas e só consigo assistir, pensar e falar sobre elas. 

Grey’s Anatomy

Desde que li o livro da Shonda Rhimes, O Ano em que disse Sim,  e sua relação passional com a personagem Cristina Yang de Grey’s Anatomy a série não me saía da cabeça. Já acompanhava Scandal e How To Get Away With Murder, só Grey’s que tinha visto alguns episódios esporádicos na tv. Decidida a mudar isso comecei a assistir a série na Netflix e estou obcecada, não se passa um dia em que eu não veja pelo menos um episódio. Vou chover no molhado? Vou! A relação da Meredith e da Cristina é incrível e realmente umas das melhores coisas da série, mas a relação entre os internos também é intensa, alternando momentos de competição e cooperação entre eles. Além disso ainda preciso citar duas personagens incríveis que é a Miranda, O Nazista, que é a residente responsável pelos internos do grupo que acompanhamos, ela é uma força da natureza e faz toda diferença para vida dos internos e a Addison que entra na série para atrapalhar o casal principal e se torna uma personagem acima disso, suas qualidades e seus defeitos são explorados, dando tridimensionalidade a ela, possibilitando a exploração de outras facetas da personagem e não ser só o empecilho. Atualmente estou terminando a terceira temporada e amando cada momento.

Riverdale

Inspirada na série de quadrinhos Archie Comics, Riverdale é a mais nova série adolescente. Após a morte de Jason Blossom em um passeio de barco, com sua irmã gêmea Cheryl, vários segredos começam a ser desenterrados na cidade e conforme as investigações da morte avançam a lista de suspeitos cresce. Narrada pelo Jughead que aspira escrever um romance sobre o acontecimento, todo episódio é aberto com suas considerações e ele sempre está um passo na frente dos outros. Também temos um relacionamento interessante entre Beth e Verônica que poderiam competir pela atenção do Archie, mas esse plot logo é descartado e o foco fica por conta da amizade entre as duas. Assim como toda série adolescente temos a maldade espalhada no ar, garotos idiotas e garotas maldosas, mas no fim dá tudo certo. A fotografia da série está impressionante e chama atenção desde o primeiro episódio.

Descendants of the Sun

Essa foi a última série que eu vi e ainda estou obcecada por ela, por isso logo terá resenha por aqui. É sobre a relação entre Yoo Si-jin capitão das forças especiais do exército da Coréia e Kang Mo-yeon uma cirurgiã que almeja crescer na carreira. Após se conhecerem de forma inusitada e decidirem começar uma relação, eles precisam enfrentar as diferenças entre suas carreiras e modo de vida. As missões de Yoo são sempre secretas e por vezes ele deixa a Kang sozinha para atender os chamados, cansada dessa situação e após mais uma vez perder o cargo de professora no hospital em que trabalha ela decide colocar um fim na relação dos dois. Porém, eles acabam se reencontrando na Grécia, local em que Yoo está com o exército e Kang é enviada para fazer voluntariado após negar os avanços do presidente do hospital. Com cenários belíssimos a história dos dois vai crescendo enquanto acontece epidemias, terremotos e decisões que influenciam na diplomacia entre os países. Além disso a série também conta com ótimos personagens secundários, engraçados e que possuem desenvolvimento próprio dentro do enredo. Um dos melhores doramas que já assisti.

Top 3 – Autores que Conheci em 2016

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Esse foi um ano estranho e bem difícil para mim. Muitos planos não saíram do papel, inclusive alguns autores que queria ler. Em contrapartida acabei conhecendo autores que definitivamente não estavam no radar, mas que mesmo assim acabaram surgindo nesse ano, por um motivo ou outro, e me tiraram da minha zona de conforto.

Shakespeare

Sim, em 2016 eu li pela primeira vez uma peça de Shakespeare e foi Hamlet. Não foi algo planejado, estava passeando pela biblioteca quando vi o livro por lá, comecei a folhear e pensei que tinha que levar para casa e terminar a leitura. Me surpreendi com o quanto eu já conhecia da história sem saber, frases e conceitos que já estava cansada de ouvir, que vão além do “ser ou não ser? Eis a questão”, e não sabia a origem. Gostei muito da peça e me surpreendi em como foi simples ler o maior bardo de todos os tempos. 

Stephen King

Pois bem, eu morro de medo de ler/assistir coisas de terror e definitivamente se alguém tivesse me perguntado qual livro do King que eu leria, sem pensar duas vezes teria respondido Sobre a Escrita. Só que depois de assistir Stranger Things e ficar maluca com a série, fiquei sabendo que tinha vários elementos de It – A Coisa nela e fiquei com vontade de ler o livro. Logo surgiu uma oportunidade, o e-book em uma super promoção, e li o livro no celular mesmo. Não me arrependi e quero ler mais coisas do autor.

Jonathan Safran Foer

Eu já tinha ouvido falar no autor, muito, mas não tinha vontade de ler. Só que resolvi participar de um clube de leitura presencial aqui em São Paulo e o Leituras Compartilhadas de dezembro era sobre o livro Extremamente Alto e Incrivelmente Perto . Então emprestei o livro da biblioteca e participei do clube. Foi um livro bom, mas não sei se quero ler outras coisas do autor. Apesar de ser uma boa história e a discussão ter sido bem interessante não gostei muito do estilo do Foer.    

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