Você está em: Início / Tag / O Ano Em Que Disse Sim

Melhores e Piores Livros de 2017

Por 17606 Acessos

Essa é a nossa lista de melhores e pior livros de 2017. Não necessariamente lançamentos do ano, mas livros que lemos neste período.

Melhores

Camila

O Ano em que Disse Sim – Ler Shonda foi maravilhoso de uma forma que eu não esperava, ela é engraçada e espirituosa e sua narrativa te prende e vai te ganhando ao ponto de você pensar que também deveria fazer um ano do sim, para se desprender e se libertar de velhos paradigmas. É uma narrativa poderosa sobre retomar as rédeas da vida e se permitir fazer as coisas que antes assustavam. É definitivamente um livro que vai ser relido.

Fúria Vermelha – Apesar de estar na minha estante há muito tempo foi apenas esse ano que resolvi ler e fui surpreendida pela história, não esperava gostar tanto como gostei. A mistura de distopia, mitologia e ficção científica deu muito certo e conseguiu explorar bem todos os elementos dessa construção. O ritmo da narrativa é rápido, cheio de ação e reviravoltas, um ótimo começo de série.

Menções Honrosas: Corte de Névoa e Fúria, Outros Jeitos de Usar a Boca

Leia tudo »

Top 3 – Leituras de 2017

Por 5130 Acessos

Já estamos no meio do ano e já temos alguns livros que estão flertando com a possibilidade de estarem na lista de melhores do ano. Olha, 2017 pode estar sendo um péssimo ano para a minha vida em geral, mas no quesito leituras não tem decepcionado.

O Ano que disse Sim – Shonda Rhimes

Um livro motivador da aclamada e premiada criadora e produtora executiva dos sucessos televisivos Grey’s Anatomy, Private Practice e Scandal, e produtora executiva de How to Get Away with Murder.
Você nunca diz sim para nada. Foram essas seis palavras, ditas pela irmã de Shonda durante uma ceia de Ação de Graças, que levaram a autora a repensar a maneira como estava levando sua vida. Apesar da timidez e introversão, Shonda decidiu encarar o desafio de passar um ano dizendo “sim” para as oportunidades que surgiam. Os “sins” iam desde cuidar melhor de sua saúde até aceitar convites para participar de talk shows e discursos em público. Além disso, Shonda deu um difícil passo: dizer sim ao amor próprio e ao seu empoderamento. Em O Ano em que disse sim, Shonda Rhimes relata, com muito bom humor, os detalhes sobre sua vida pessoal, profissional e como mergulhar de cabeça no “Ano do Sim” transformou ambas e oferece ao leitor a motivação necessária para fazer o mesmo em sua vida. 

No começo do ano eu acabei com esse livro em mãos. Um livro que eu achava que não era para mim, que era mais um autoajuda nas livrarias e mais um produto criado pela fama do seu autor do que necessariamente pela relevância do conteúdo. Estava redondamente enganada, foi uma baita leitura, vários socos na boca do estômago e muito conteúdo. A Shonda é maravilhosa, e o livro independe de você gostar das séries dela ou não, apesar de ter muito da Shonda nessas séries e ela citar algumas coisas que se entrelaçam entre o show e a sua vida. No fundo é uma forma de avaliar a nossa própria vida e pesar o quanto estamos nos sabotando, acredite vale a pena. 

Fúria VermelhaPierce Brown

Fúria Vermelha é o primeiro volume da trilogia Red Rising, e revive o romance de ficção científica que critica com inteligência a sociedade atual. Em um futuro não tão distante, o homem já colonizou Marte e vive no planeta em uma sociedade definida por castas. Darrow é um dos jovens que vivem na base dessa pirâmide social, escavando túneis subterrâneos a mando do governo, sem ver a luz do sol. Até o dia que percebe que o mundo em que vive é uma mentira, e decide desvendar o que há por trás daquele sistema opressor. Tomado pela vingança e com a ajuda de rebeldes, Darrow vai para a superfície e se infiltra para descobrir a verdade. ‘Fúria Vermelha’ será adaptado para o cinema por Marc Forster, diretor de Guerra mundial Z. 

 

Esse foi aquele típico livro que passou mais de ano na estante e quando finalmente foi tirado me arrependi por não ter lido antes. Esse é um caso em que quase tudo me cativou, os personagens, o mundo e as tensões criadas pela história me transportaram para outro lugar. Estava fugindo de distopias por achar que o tema já estava saturado e que a abordagem era sempre a mesma. Aqui a união entre distopia e ficção científica acabaram trazendo algo novo, não é que o livro é isento de clichês, mas também não é tão maniqueísta como costumamos ver em outros do gênero.

Corte de Espinhos e Rosas –  Sarah J. Maas

Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar um féerico transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. 
Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira que ela só conhecia através de lendas , a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. A medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la… Ou Tamlin e seu povo estarão condenados.

Mais um livro que achei que não ia gostar, estamos percebendo um padrão aqui? pois havia ficado pelo caminho na outra série da autora, Trono de Vidro, e depois de algumas críticas ali e outra aqui, achei que não ia rolar, mesmo tendo elementos que me interessavam, como o reino das fadas e a releitura da Bela e a Fera. Então depois de ver a resenha da Mayra aqui e mais duas outras que eram elogiosas a saga, pensei que podia arriscar. E fomos surpreendidas novamente, a história é envolvente, possui bons elementos do conto de fadas e de quebra consegue explorar a dualidade dos féericos e da mitologia que os envolve muito bem. Não me apeguei tanto assim a Feyre como personagem principal, mas ela tem potencial e do meio para o fim da história ela tem um bom arco de narrativa.