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Top 3 – Séries que estou obcecada

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Ultimamente tenho gastado bastante tempo com séries e sempre gostei de assistir várias coisas ao mesmo tempo, porém nas últimas semanas estou obcecada com algumas e só consigo assistir, pensar e falar sobre elas. 

Grey’s Anatomy

Desde que li o livro da Shonda Rhimes, O Ano em que disse Sim,  e sua relação passional com a personagem Cristina Yang de Grey’s Anatomy a série não me saía da cabeça. Já acompanhava Scandal e How To Get Away With Murder, só Grey’s que tinha visto alguns episódios esporádicos na tv. Decidida a mudar isso comecei a assistir a série na Netflix e estou obcecada, não se passa um dia em que eu não veja pelo menos um episódio. Vou chover no molhado? Vou! A relação da Meredith e da Cristina é incrível e realmente umas das melhores coisas da série, mas a relação entre os internos também é intensa, alternando momentos de competição e cooperação entre eles. Além disso ainda preciso citar duas personagens incríveis que é a Miranda, O Nazista, que é a residente responsável pelos internos do grupo que acompanhamos, ela é uma força da natureza e faz toda diferença para vida dos internos e a Addison que entra na série para atrapalhar o casal principal e se torna uma personagem acima disso, suas qualidades e seus defeitos são explorados, dando tridimensionalidade a ela, possibilitando a exploração de outras facetas da personagem e não ser só o empecilho. Atualmente estou terminando a terceira temporada e amando cada momento.

Riverdale

Inspirada na série de quadrinhos Archie Comics, Riverdale é a mais nova série adolescente. Após a morte de Jason Blossom em um passeio de barco, com sua irmã gêmea Cheryl, vários segredos começam a ser desenterrados na cidade e conforme as investigações da morte avançam a lista de suspeitos cresce. Narrada pelo Jughead que aspira escrever um romance sobre o acontecimento, todo episódio é aberto com suas considerações e ele sempre está um passo na frente dos outros. Também temos um relacionamento interessante entre Beth e Verônica que poderiam competir pela atenção do Archie, mas esse plot logo é descartado e o foco fica por conta da amizade entre as duas. Assim como toda série adolescente temos a maldade espalhada no ar, garotos idiotas e garotas maldosas, mas no fim dá tudo certo. A fotografia da série está impressionante e chama atenção desde o primeiro episódio.

Descendants of the Sun

Essa foi a última série que eu vi e ainda estou obcecada por ela, por isso logo terá resenha por aqui. É sobre a relação entre Yoo Si-jin capitão das forças especiais do exército da Coréia e Kang Mo-yeon uma cirurgiã que almeja crescer na carreira. Após se conhecerem de forma inusitada e decidirem começar uma relação, eles precisam enfrentar as diferenças entre suas carreiras e modo de vida. As missões de Yoo são sempre secretas e por vezes ele deixa a Kang sozinha para atender os chamados, cansada dessa situação e após mais uma vez perder o cargo de professora no hospital em que trabalha ela decide colocar um fim na relação dos dois. Porém, eles acabam se reencontrando na Grécia, local em que Yoo está com o exército e Kang é enviada para fazer voluntariado após negar os avanços do presidente do hospital. Com cenários belíssimos a história dos dois vai crescendo enquanto acontece epidemias, terremotos e decisões que influenciam na diplomacia entre os países. Além disso a série também conta com ótimos personagens secundários, engraçados e que possuem desenvolvimento próprio dentro do enredo. Um dos melhores doramas que já assisti.

      
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Top 3 – Séries que Tinha Abandonado Mas Agora Amo

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Sempre que lança uma série nova e as pessoas começam a amar eu fico curiosa e normalmente dou uma chance. Às vezes eu concordo com a maioria e amo também, mas às vezes eu desisto no primeiro episódio. Essas séries da lista foram aquelas que abandonei. Vi um episódio, não entendi o hype e larguei. Mas no final do ano passado decidi dar uma nova chance e não me arrependo, na verdade o arrependimento é que agora tenho mais séries queridas na grade e quem tem tempo de acompanhar as 12908109283091 séries que quero ver?

You’re the Worst

A série mostra o que acontece quando duas pessoas tóxicas e autodestrutivas se apaixonam. Apesar de serem como são, elas tentam o impossível: um relacionamento.
Essa eu comecei na época do lançamento e perdi a paciência antes de terminar o primeiro episódio. Eu acho que só não estava na vibe de ver uma série como essa, porque hoje, depois de tentar de novo, acabou virando a minha favorita da lista. Inclusive já vi todos os episódios lançados e estou aguardando ansiosamente pelos próximos.

Crazy Ex-Girlfriend

Rebecca (Rachel Bloom) é uma mulher bonita, determinada, bem-sucedida e possivelmente louca que, do nada, desiste de tudo, sua sociedade em um escritório de advocacia de sucesso, seu apartamento de luxo em Manhattan, entre outras coisas. Tudo isso com um objetivo: encontrar o amor e a felicidade em West Covina, Califórnia – que fica a duas horas da praia, quatro se tiver trânsito.

Eu vi dois episódios antes de perceber que não tinha gostado nada. Essa, apesar de ter ganhado prêmios e ser sucesso de crítica, eu não tinha a menor intenção de voltar a ver. Mas aí a Netflix disponibilizou a primeira temporada, então por que não? Vi a primeira e segunda temporada e agora estou tão apegada à Rachel Bloom que vejo até os vídeos musicais dela de antes da série. E se você leu o post da Mayra, sabe que eu vi e gostei tanto que até recomendei né?

Mr. Robot

Elliot (Rami Malek) é um jovem programador que sofre de uma desordem mental que o torna antissocial. Ele trabalha como técnico de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. Elliot se vê numa encruzilhada quando o líder (Christian Slater) de um misterioso grupo de hackers o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, mesmo tendo noção do expressivo controle que essa corporação exerce sobre a sociedade mundial ele tenta resistir à oportunidade de destruir os CEOs dessa multinacional.
Eu trabalho com tecnologia, mas nunca gostei das séries que tem isso como assunto principal (tentei: Chuck, The IT Crowd, Silicon Valley, Halt and Catch Fire), mas Mr. Robot, apesar de ser melhor do que as outras, era muito Clube da Luta para mim. Mas o amor das pessoas por essa série não passou, então aproveitei a oportunidade de ver de novo e vi. Se amei? Ainda não, mas com certeza merece todos os elogios que recebe e merece também que eu continue vendo os próximos episódios.

        
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Melhores e Piores Séries de 2016

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Essas são as melhores e piores séries que vimos em 2016, não necessariamente lançamentos do ano.

Melhores

CAMILA: A melhor série do ano. Mesmo não inovando ela conseguiu aproveitar bem o que estava mostrando. O núcleo infantil está extremamente afiado e te faz ter empatia pelo destino deles. Você acredita naquelas crianças, nas suas atitudes, na mistura de inocência e audácia e na relação de amizade, lealdade e confiança.Não que os outros núcleos não tenham destaques, eles tem, inclusive há algumas quebras de estereótipos, mas as crianças roubam a cena. Uma série que gerou milhares de teorias na internet e que trouxe várias discussões a tona merece estar nos melhores do ano.

MAYRA: Essa série foi o grande buzz do ano, e com certeza uma das minhas preferidas. Crianças maravilhosas e referências à cultura pop e à filmes icônicos misturadas num contexto tão carismático que conquistou todos que assistiram Michael, Eleven, Dustin e Lucas procurarem por seu amigo Will no upside down. Foram só oito episódios, mas deixou aquele gostinho de quero mais e fãs aguardando ansiosamente. Parabéns para a Netflix.

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