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Top 3 – Livros que Acabei de Descobrir Mas Preciso Pra Ontem

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Acho que todo mundo que gosta de livros passa por isso né, apesar de já ter um montão deles na fila de leitura, às vezes aparecem novos que te deixam em desespero. Da última vez que aconteceu comigo, esses foram os culpados:

How to Stop Time de Matt Haig

Eu sou velho. Essa é a primeira coisa a te dizer. A coisa da qual provavelmente você vai duvidar. Se você me visse, provavelmente pensaria que eu tenho uns quarenta anos, mas estaria muito errado.

Tom Hazard tem um segredo perigoso.

Ele pode parecer um homem comum de 41 anos, mas devido a uma condição rara, ele está vivo há séculos. Da Inglaterra Elisabetana à era do Jazz em Paris, Tom viu muito, e agora anseia por uma vida comum. Sempre mudando de identidade para permanecer vivo, Tom tem o disfarce perfeito – trabalha como professor de história em Londres. Dessa forma ele pode ensinar às crianças sobre guerras e caça às bruxas como se não tivesse testemunhado em primeira mão. Ele pode tentar domar o passado que o está alcançando rápido demais.

A única coisa que Tom não deve fazer é se apaixonar.

How to Stop Time é uma história selvagem e agridoce sobre perder e encontrar a si mesmo, sobre as vidas inteiras que pode levar até realmente se aprender a viver.

Eu parei para ler essa sinopse porque amei muito a capa e não fui decepcionada. A história parece ótima apesar de recorrer ao clichê do “amor da minha vida apareceu na hora errada”, mas, apesar de nunca ter lido nada do autor, tenho esperanças de que a história vai se desenvolver de um jeito legal.

 

Greatest Hits de Laura Barnett

Um dia. Dezesseis canções. A trilha sonora de uma vida…

Sozinha em seu estúdio, Cass Wheeler está fazendo uma viagem de volta ao seu passado. Depois de um silêncio de dez anos, a cantora-compositora está escolhendo as dezesseis faixas que a definiram – dezesseis momentos-chave de sua vida – para um álbum exclusivamente pessoal de maiores sucessos.

No decorrer deste dia, tanto ordinário como extraordinário, surge a história da vida de Cass – uma história de altos e baixos, de música, amizade e ambição, de grande amor e grande perda. Mas o que a levou a recuar há todos aqueles anos, e há uma maneira para ela fazer a paz com seu passado?

Filha. Mãe. Cantora. Amante. Quais são as memórias que mais importam?

Já falei várias vezes que adoro o combo livro + música, mas tenho que admitir que nesse caso o que mais me chamou a atenção foram as resenhas do Goodreads. As pessoas estão falando apenas coisas boas e depois de ler umas cinco opiniões, eu já tô planejando aqui como tirar um tempo para ler essa história.

 

City of Saints & Thieves de Natalie C. Anderson

Os Homens que não Amavam as Mulheres encontra Garota Exemplar neste livro jovem adulto do mistério fascinante de um assassinato no Quênia.

Nas sombras da cidade de Sangui, vive uma menina que não existe. Depois de fugir do Congo como refugiadas, Tina e sua mãe chegaram ao Quênia procurando a oportunidade de construir uma nova vida e lar. Sua mãe rapidamente encontrou trabalho como empregada para uma família proeminente, liderada por Roland Greyhill, um dos mais respeitados líderes empresariais da cidade. Mas Tina logo descobre que a fortuna de Greyhill foi feita de uma vida de corrupção e crime. Assim, quando sua mãe é encontrada morta a tiros no estudo pessoal do Sr. Greyhill, ela sabe exatamente quem está por trás disso.

Com a vingança sempre em mente, Tina passa os próximos quatro anos sobrevivendo nas ruas sozinha, trabalhando como uma mestre ladra para os Goondas, gangue local da cidade de Sangui. É um trabalho para os Goondas que finalmente traz Tina de volta para a propriedade de Greyhill, dando-lhe a chance de vingança que ela estava esperando. Mas assim que entra no lar pródigo, ela é atingida pela dor de velhas feridas e a atração de amizades passadas, pondo em movimento uma cascata de eventos perigosos que poderiam, a qualquer momento, custar a vida de Tina.

Eu não sou exatamente fã de livro que é lançado se comparando a outro livro, já parei de acreditar nessas comparações a muitos A Garota no Trem atrás, mas, apesar disso, a história parece maravilhosa e diferente do que estou acostumada a ler. Eu pelo menos não me lembro de ter lido um YA que se passa em qualquer lugar que não sejam os EUA e tem esse tanto de emoção que a sinopse promete. Se for metade do que estou esperando já vai valer a pena.

Os Melhores e o Pior Livro de 2016

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Essa é a nossa lista de melhores e pior livros de 2016. Não necessariamente lançamentos do ano, mas livros que lemos neste período.

Camila

Melhores

Destinos Mistos – Este foi um ano em que li muito pouco e as leituras ficaram divididas entre leituras para faculdade e romances históricos para distrair a cabeça. Por isso já era esperado um dos livros teóricos ser o melhor do ano. Em Destinos Mistos a Heloísa conta a história dos críticos que fundaram a Revista Clima, uma revista com foco cultural. Eles iniciaram esse projeto enquanto estudavam na USP e a autora contextualiza bem a vida acadêmica e o seguimento das carreiras. São nomes que ficaram bem conhecidos no meio intelectual: Antonio Candido, Décio de Almeida Prado, Paulo Emílio Sales Gomes, Rui Coelho, Lourival Machado e Gilda de Moraes Rocha. O livro é bem escrito e a transição entre os períodos e as relações que o grupo manteve com outros intelectuais é muito interessante. Foi o livro que mais impactou no ano.

A Coisa – É um livro grande, com muitas passagens longas e nem sempre necessárias. Também tive muitos problemas com o destino que o King deu para a personagem feminina, Posto tudo isso, amei todo o resto. A relação de amizade e confiança que o clube dos otários constrói ao longo das páginas é o grande diferencial da história. A atmosfera construída em torno da cidade de Derry é primorosa e entendemos que o mal está ali, assumindo várias formas e faces e que essas crianças estão destinadas a terminar com isso. Eu entendi completamente as ligações que fizeram entre Stranger Things e esse livro, é uma leitura muito interessante para quem gostou da série.

O Grande Gatsby – Esse é um romance que divide as pessoas, muita gente ama, muita gente odeia. Eu amei, achei a narrativa rápida e envolvente e como todo bom clássico ele vai ao longo das páginas apresentando várias camadas. Questões como o sonho americano e a obsessão de Gatsby em casar com a Dayse, vai além do amor romântico. A Dayse é a personificação de tudo aquilo que o Gatsby nunca teve, mas almeja desesperadamente. O romance faz uma ótima leitura da liberdade pós Primeira Guerra Mundial e os impactos causados na terra das oportunidades, escancarando a hipocrisia do sonho americano.

Menções Honrosas: Hamlet, Shakespeare – Erros Fantásticos, Neil Gaiman – Cress – Crônicas Lunares #3, Marissa Meyer, Kiss of Deception – Crônicas de Amor e Ódio #1, Mary E. Pearson

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Top 3 – Autores que Conheci em 2016

por • 7356 Acessos

Esse foi um ano estranho e bem difícil para mim. Muitos planos não saíram do papel, inclusive alguns autores que queria ler. Em contrapartida acabei conhecendo autores que definitivamente não estavam no radar, mas que mesmo assim acabaram surgindo nesse ano, por um motivo ou outro, e me tiraram da minha zona de conforto.

Shakespeare

Sim, em 2016 eu li pela primeira vez uma peça de Shakespeare e foi Hamlet. Não foi algo planejado, estava passeando pela biblioteca quando vi o livro por lá, comecei a folhear e pensei que tinha que levar para casa e terminar a leitura. Me surpreendi com o quanto eu já conhecia da história sem saber, frases e conceitos que já estava cansada de ouvir, que vão além do “ser ou não ser? Eis a questão”, e não sabia a origem. Gostei muito da peça e me surpreendi em como foi simples ler o maior bardo de todos os tempos. 

Stephen King

Pois bem, eu morro de medo de ler/assistir coisas de terror e definitivamente se alguém tivesse me perguntado qual livro do King que eu leria, sem pensar duas vezes teria respondido Sobre a Escrita. Só que depois de assistir Stranger Things e ficar maluca com a série, fiquei sabendo que tinha vários elementos de It – A Coisa nela e fiquei com vontade de ler o livro. Logo surgiu uma oportunidade, o e-book em uma super promoção, e li o livro no celular mesmo. Não me arrependi e quero ler mais coisas do autor.

Jonathan Safran Foer

Eu já tinha ouvido falar no autor, muito, mas não tinha vontade de ler. Só que resolvi participar de um clube de leitura presencial aqui em São Paulo e o Leituras Compartilhadas de dezembro era sobre o livro Extremamente Alto e Incrivelmente Perto . Então emprestei o livro da biblioteca e participei do clube. Foi um livro bom, mas não sei se quero ler outras coisas do autor. Apesar de ser uma boa história e a discussão ter sido bem interessante não gostei muito do estilo do Foer.    

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