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Top 3 – Últimos Filmes Vistos

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A Torre Negra

Um pistoleiro chamado Roland Deschain (Idris Elba) percorre o mundo em busca da famosa Torre Negra, prédio mágico que está prestes a desaparecer. Essa busca envolve uma intensa perseguição ao poderoso Homem de Preto (Matthew McConaughey), passagens entre tempos diferentes, encontros intensos e confusões entre o real e o imaginário. Baseado na obra literária homônima de Stephen King.

Minha expectativa estava altíssima com esse filme, mesmo sem ter chegado perto da série de livros do King, esperava um filme épico. Queria ter saído impactada do cinema com a descoberta de um novo mundo e infinitas possibilidades de desenvolvimento, mas a narrativa foi medíocre. O roteiro está péssimo e pouco envolve o espectador, algumas interpretações individuais conseguem se sobressair, porém não salvam o filme de ser esquecível. 

Death Note (Netflix)

Seattle, Estados Unidos. Light Turner (Nat Wolff) é um estudante brilhante que, um dia, encontra um caderno que repentinamente cai do céu. Trata-se do Death Note, que permite ao seu portador matar qualquer pessoa que conheça a partir da mera anotação do nome do alvo numa de suas páginas. Sob a influência de Ruyk (Willem Dafoe), o dono do caderno, Light passa a usá-lo para eliminar criminosos e pessoas que escaparam da justiça. A súbita onda de assassinatos faz com que ele seja endeusado por muitos, que o apelidaram de Kira, mas também atrai a atenção de um enigmático e também brilhante detetive, chamado L (Lakeith Stanfield).

Eu já não esperava nada muito bom, mesmo querendo ser surpreendida, mas conseguiram entregar um filme pior do que eu esperava. O material fonte é rico e genial e o filme conseguiu ser horrível. Por ser uma produção da Netflix poderia ter sido muito melhor, poderiam ter dividido em partes, poderiam ter optado por uma série, poderia ter sido um filme longo, poderia ser qualquer coisa desde que fizessem algo minimamente decente. Chegou um momento em que eu só queria que acabasse logo. E detestei o trio principal, acabaram com todas as nuances que faziam dos personagens memoráveis. Tem resenha do filme aqui.

It – A Coisa – Parte 1

Um grupo de sete adolescentes de Derry, uma cidade no Maine, formam o auto-intitulado “Losers Club” – o clube dos perdedores. A pacata rotina da cidade é abalada quando crianças começam a desaparecer e tudo o que pode ser encontrado delas são partes de seus corpos. Logo, os integrantes do “Losers Club” acabam ficando face a face com o responsável pelos crimes: o palhaço Pennywise.

It me deixou um gostinho de quero mais. Apesar de usar uma estrutura temporal diferente do livro, as mudanças de roteiro fazem sentido e conseguem explorar melhor as mais de mil páginas que perfazem a história. Não foi assustador como eu imaginava que seria e eu gostei como o filme focou bastante na amizade das crianças, em seus dilemas e suas soluções infantis para os problemas. Elas estão enfrentando problemas gigantescos e mesmo assim não perdem a inocência, a forma simples de apontar uma questão ou de querer seguir em frente. Não é um filme perfeito, como o livro também não é, mas conseguiu transmitir a essência dos personagens e da história e nos deixar esperando por mais.  Tem resenha do livro aqui

PS: Todas as sinopses são do Adoro Cinema

Top 3 – Filmes que eu Vi Recentemente e Já Quero Ver de Novo

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Em Ritmo de Fuga

O jovem Baby (Ansel Elgort) tem uma mania curiosa: ele precisa ouvir músicas o tempo todo para silenciar o zumbido que perturba seus ouvidos desde um acidente na infância. Mesmo assim, o rapaz revela-se um motorista excelente, e começa a trabalhar para uma gangue de criminosos. Quando um assalto a banco não sai como planejado, ele cai na estrada em fuga.

Falou Edgar Wright, falou eu correndo pro cinema. Ele sabe fazer comédia de um jeito tão diferente e todos os filmes dele tem um cuidado muito grande na edição o que torna tudo ainda melhor. Ele não sabe desenvolver as personagens femininas, isso é um fato, mas você já viu como ele editou o filme para seguir as batidas das músicas? Como o protagonista passa a maior parte do tempo ouvindo música, a trilha sonora é grande parte da história. O roteiro não tem nada de surpreendente, mas você já viu a cena em que o Baby tá andando na rua ouvindo música e a letra está escrita nos muros?

 

A Incrível Jessica James

Uma aspirante a dramaturga em Nova York, Jessica James (Jessica Williams), se esforça para superar um recente rompimento com o namorado (Lakeith Lee Stanfield). Ela vê a luz no fim do túnel quando conhece Boone (Chris O’Dowd), um recém-divorciado. Juntos, eles descobrem uma maneira de viver nesses tempos difíceis, e, entretanto, percebem que gostam um do outro.

Sabe aqueles dias em que você tá se sentindo mal (com ou sem motivo) e só quer ficar em casa vendo filme? Tenho boas notícias para você! Pode colocar “A Incrível Jessica James” na sua lista para esses dias. Eu amei demais a protagonista que é a rainha da auto estima. Assim como “Em Ritmo de Fuga” me fez sentir vontade de sair por aí dirigindo rápido e com música alta, Jessica James me fez querer sair por aí com a roupa que eu quiser me sentindo maravilhosa e me chamando de unicórnio (vê o filme que você vai entender).

Seria meu sonho?

 

Love

Murphy (Karl Glusman) está frustrado com a vida que leva, ao lado da mulher (Klara Kristin) e do filho. Um dia, ele recebe um telefonema da mãe de sua ex-namorada, Electra (Aomi Muyock), perguntando se ele sabe onde ela está, já que está desaparecida há meses. Mesmo sem a encontrar há anos, a ligação desencadeia uma forte onda saudosista em Murphy, que começa a relembrar fatos marcantes do relacionamento que tiveram.

Esse é polêmico e, pelas opiniões que eu vi, tende a ser um filme para amar ou odiar. Eu amei. Não tive a oportunidade de ver em 3D, mas queria muito ter visto. O filme tem muitas cenas de sexo explícito e é daí que surge toda a polêmica. Eu achei todas as cenas muito bem feitas e eu adoro a capacidade do Gaspar Noé (diretor do filme) de nos fazer sentir o que o protagonista sente. Eu não concordo com 99% das atitudes dele, mas consegui sentir o que ele sentia e por isso terminei o filme bem impactada e chateada. É estranho quando isso acontece, mas também maravilhoso.

Top 3 – Últimos Filmes Vistos

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Depois de pensar sobre o post de hoje e não ter terminado nenhuma leitura para resenhar, resolvi falar sobre os 3 últimos filmes que assisti e o que achei deles. Let’s go!

Mulher Maravilha

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Disparado o melhor filmes da DC, a Mulher Maravilha chegou e foi lindo. Tenho poucas reclamações para fazer do filme, sobre ângulos e efeitos, mas nenhuma da personagem, apesar de não ter acompanhado ela dos quadrinhos, sinto que ela foi bem retratada no longa. Diana é maravilhosa, inocente, determinada. Ela é a super heroína que precisávamos, e trouxe uma mensagem potente. Na cena da trincheira, sem maiores explicações por motivos de spoilers, eu comecei a chorar, porque é tão poderosa, é tão tocante, ver uma mulher fazendo o que deve ser feito e acreditando, acreditando na humanidade e no bem. Definitivamente o filme que eu queria e precisava. 

Lion

Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

Logo quando o Oscar indicou os melhores filmes para o prêmio, estava determinada a assistir todos antes da premiação, porém mudei de casa, fiquei sem internet e a determinação sumiu. Agora que Lion foi laçando na Netflix que pude finalmente assistir. É um filme bonito, sobre raízes e identidade, ou melhor sobre como faz falta essas coisas. A primeira parte é linda e angustiante, e a criança que faz o Saroo (Sunny Pawar) é muito talentosa. Porém, o filme perde um pouco de brilho na segunda parte, a obsessão de encontrar sua família e a superficialidade com o as outras partes da sua vida são retratadas, me cansou um pouco. Até acho que deve ter sido um recurso para demonstrar como só aquilo era importante para o Saroo, mas deixou o ritmo cansativo. No final ele volta a ganhar um pouco de brilho de novo, mas não é espetacular. 

Os Últimos Cavaleiros

Um grupo de guerreiros perde seu mestre após o assassinato cometido por um imperador tirânico. Juntos, eles partem em busca de vingança.

Esses dias sapeando na televisão, alguém ainda usa essa expressão?, acabei assistindo esse filme no Telecine. É uma mistura de medieval com samurai, eu sei parece confuso, mas a sociedade responde a um imperador que distribuiu as terra em Feudos, que são comandadas por nobres. Esses nobres mantém seus próprios exércitos e possuem lealdade extrema de seus comandantes que seguem um código de honra, junto com os guerreiros, muito rígido e extremo. Após a execução de um nobre condenado por traição e a desonra para sua família e todos que moravam em seu feudo, seus guerreiros vão atrás de vingança. É um tipo de filme com muita ação, estratégia e lutas de espada. Mas completamente vergonhoso na forma como retrata as mulheres, não consegue mostrar nenhuma que seja mais que coadjuvante dos coadjuvantes. E quando aparecem é apenas para movimentar o roteiro. É fraco, se não tiver mais nada para ver tudo bem, do contrário pode passar sem, muito obrigada. 

PS: Quero fazer menção honrosa aqui para Moonlight que também entrou na Netflix e que vi antes desses. Tem resenha da Ma aqui

PS²: Todas as sinopses são do Adoro Cinema