Melhores e Piores Séries de 2017

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Essas são as melhores e piores séries que vimos em 2017, não necessariamente lançamentos do ano.

Melhores

CAMILA: (Resenha) Esse ano foi de Doramas para mim. Assisti poucas séries e as que vi não foram tão boas quanto eu esperava (Hello, Stranger Things). Já falei tanto dessa série aqui que agora quase não tenho mais o que dizer. É sobre uma médica e um soldado que entram em conflito por causa do antagonismo de suas profissões e que quando são enviados para o mesmo lugar precisam repensar a forma como enxergam a vida. É clichê, é maniqueísta e é apaixonante. Esse foi um ano em que abusei de coisas doces e essa série está no topo das coisas doces do ano.

 

CAMILA: (Resenha) A dinâmica da série é o que cativa, ela mistura muito bem mistério, drama e comédia. Os personagens são mais reais em suas qualidades e defeitos e a química entre os protagonistas é ótima. Mesmo pecando por ser um pouco longa, ainda é uma das melhores séries que assisti.

 

CIBELE: (Resenha) Pensa num show de atuações somado a um roteiro incrível que soube desenvolver o suspense da maneira certa. Essa série foi uma grata surpresa – a sinopse é fantástica, mas eu não esperava tamanha qualidade – e acabou sendo não só uma das melhores do ano, mas uma das melhores que já assisti. Acabei de ver muito impressionada e recomendo para qualquer um que procure uma boa série.

MAYRA: (Resenha) Essa é uma minissérie baseada em um livro (isso só descobri depois de assistir), que foi belamente executada por Jessica Biel. Você fica na ponta do assento em todos os episódios, e a história é desenvolvida aos poucos e tão intricada que é impossível adivinhar o fim, e tem um plot twist do caramba no fim. Muito muito boa.

 

CIBELE: (Resenha) A criadora de Gilmore Girls voltou com força total. A série é mais adulta que seu sucesso anterior mas a qualidade é a mesma. As piadas, o desenvolvimento da história e dos personagens é impecável e eu mal acabei de ver a primeira temporada e já estou morta de saudades da Ms. Maisel.

 

CIBELE: (Resenha) Eu adoro todos os trabalhos da Kristen Bell desde que fui conquistada por Veronica Mars e comecei a ver mais por causa dela, mas eu com certeza não esperava que a série fosse ser tão engraçada. Sério! Cada episódio melhor que o outro, eu devorei a primeira temporada de uma vez só simplesmente porque não conseguia parar de ver.

 

MAYRA: (Resenha) Demorei cem anos para assistir e quando vi, amei (e finalmente entendi porque amam tanto o Benedict Cumberbatch). Bem escrita, bem dirigida e sensacionalmente atuada, Sherlock não é apenas mais uma adaptação das histórias de Sir Arthur Conan Doyle, é uma série boa demais. Me apaixonei pelos personagens e aviso que assim que se começa a assistir essa série é um caminho sem volta.

 

MAYRA: (Resenha) Depois da primeira temporada, não sabia bem o que esperar da série, porém fui positivamente surpreendida. Os produtores investiram no hype e no roteiro da série, conseguindo fazer (ouso dizer) uma segunda temporada tão boa quanto a primeira. Claro que as atuações também ajudaram muito, e amo tanto aquelas crianças que meu coração dói. A introdução de novos personagens foi ótima, a ameaça potencializada foi ótima e o desenvolvimento dos personagens que tanto amo foi incrível.

 

MAYRA: Big Little Lies. Também era uma minissérie, mas renovaram para uma desnecessária segunda temporada. A história de três mulheres se conecta de uma forma brilhante, com direito a sororidade e a reviravoltas além de interessantes e surpreendentes. Baseada num livro, essa adaptação foi super bem realizada, com um elenco maravilhoso e um roteiro apenas invejável. Aconselho para todo mundo, essa série é muito forte e muito necessária nesse momento do mundo.

 

MAYRA: Trial & Error. De longe a melhor série de comédia que assisti em muitos anos, Trial & Error é excepcional. Adoro esse estilo mockumentary desde The Office e Modern Family, mas essa série é diferente de todas. Engraçada sem ser forçada, soube contar uma história maravilhosa com um desfecho surpreendente em treze episódios de vinte minutos que dá vontade de rever toda semana. O elenco não é tão conhecido assim (exceto por John Lithgow), mas todos entregam personagens excêntricos e hilários e, mesmo que a fórmula da série não seja ilustre, o resultado é. Maravilhosa, incrível e de chorar de rir. Inclusive Murder Board! Murder Board!

Menções honrosas: Doctor Crush (Camila), The OA (Camila), GLOW (Cibele), Santa Clarita Diet (Cibele), Trial & Error (Cibele), The Handmaid’s Tale (Cibele e Mayra), Las Chicas Del Cable (Mayra) e Dear White People (Mayra).

 

Piores

CIBELE: Pra que esse revival? Prison Break era uma das minhas séries favoritas justamente pelo final aí esse revival veio só pra estragar o que eu mais amava. Eu não sei se fiquei mais exigente ao longo dos anos, tenho até medo de rever a série original, mas achei tudo muito ruim. História sem sentido e burrice de personagens ao nível um milhão. Não consegui sequer terminar de ver a temporada.

 

MAYRA: Meu hype para a sétima temporada estava maior que Westeros e Essos juntos, mas confesso que fiquei um pouco desapontada com o decorrer da história nesse ano. Quem me conhece sabe que sou fã fervorosa da série (ainda não tive oportunidade de ler os livros, mas 2018 tá aí) e acompanho desde a primeira temporada de forma religiosa, por isso mesmo algumas falhas de roteiro me deixaram até um pouco desestimulada para a temporada final em 2019. Penso que houveram núcleos e acontecimentos que foram desnecessariamente alongados só para preencher o número de episódios que a HBO queria colocar no ar, porque afinal, essa série talvez seja a de maior audiência no mundo nesse momento. Em resumo, a temporada teve uns bons momentos, poucos momentos incrivelmente épicos e bastante maus momentos. Claramente continuarei a assistir porque meu sobrenome é Targaryen, mas aprendi com essa sétima temporada a baixar um pouco a bola e esperar menos dessa série.




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