Melhores e Piores Séries de 2016

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Essas são as melhores e piores séries que vimos em 2016, não necessariamente lançamentos do ano.

Melhores

CAMILA: A melhor série do ano. Mesmo não inovando ela conseguiu aproveitar bem o que estava mostrando. O núcleo infantil está extremamente afiado e te faz ter empatia pelo destino deles. Você acredita naquelas crianças, nas suas atitudes, na mistura de inocência e audácia e na relação de amizade, lealdade e confiança.Não que os outros núcleos não tenham destaques, eles tem, inclusive há algumas quebras de estereótipos, mas as crianças roubam a cena. Uma série que gerou milhares de teorias na internet e que trouxe várias discussões a tona merece estar nos melhores do ano.

MAYRA: Essa série foi o grande buzz do ano, e com certeza uma das minhas preferidas. Crianças maravilhosas e referências à cultura pop e à filmes icônicos misturadas num contexto tão carismático que conquistou todos que assistiram Michael, Eleven, Dustin e Lucas procurarem por seu amigo Will no upside down. Foram só oito episódios, mas deixou aquele gostinho de quero mais e fãs aguardando ansiosamente. Parabéns para a Netflix.

CAMILA: Essa série também estava no rol de melhores do ano em 2015. Este ano assisti a terceira e até o momento última temporada da série e Miss Fisher continua sendo fabulosa. Seus métodos não tradicionais e sua extrema aptidão para resolver crimes continua inabalável.

CAMILA: Essa é uma série que estava no meio dos melhores do ano da Mayra em 2014. Essa é uma daquelas séries que te pegam pela mão no episódio piloto e não soltam mais. Novamente temos uma personagem feminina formidável. Vanessa Ives anda por uma linha estreita entre a extrema religiosidade e a forte mediunidade o que acarreta batalhas épicas contra o “mal”. Como a história se passa na Londres vitoriana temos o acréscimo de vários personagens literários dessa época, deixando a série mais interessante para os amantes literários. É aquela típica história de terror que é gostosa de assistir, assusta nos momentos certos, mas não é o foco principal.

MAYRA: Por fim, a série que me deixou órfã nesse ano ingrato. O finalzinho não foi lá essas coisas, mas a terceira temporada com certeza foi a melhor, e o show teve fim, mas meu amor por todo elenco e pela história irá perdurar. Nenhuma série de TV da atualidade conseguirá fazer o trabalho magnânimo que Penny Dreadful fazia através da releitura de clássicos de horror, dando profundidade e tons irreverentes e surpreendentes para seus personagens e tramas. Vanessa Ives será eterna!

CIBELE: Uma das melhores coisas que vi esse ano! Toda a série foi um enorme acerto, eu só consigo fazer elogios à forma como resolveram contar a história do julgamento de O.J. Simpson. A próxima temporada vai abordar um outro crime e mal posso esperar.

CIBELE: Eu não sou muito apegada a séries de drama familiar, mas essa me conquistou logo de cara. Os personagens são todos muito “gostáveis” apesar (ou por causa) de seus tantos defeitos e, mesmo recorrendo a alguns clichês, é um dos grandes achados desse ano.

CIBELE: Cada temporada de Black Mirror são uns tiros diferentes. A série mostra o “lado negro” da tecnologia e cada episódio é focado em uma história diferente, então toda vez é um puxão de orelha/choque de realidade diferente. Na terceira temporada não foi diferente e além disso tudo ainda veio o episódio mais destruidor da série (Shut up and dance).

CIBELE: Amy Schumer postou no Instagram um pedido para que as pessoas vissem essa série e quem sou eu para dizer não para Amy?? E assim que comecei, antes dos 4 minutos de episódio, eu já tava no Whatsapp gritando pra Mayra assistir essa série. Ela é baseada numa peça de teatro e é maravilhosa. Tem quebra da quarta barreira toda hora com a protagonista falando com você e a história ao mesmo tempo que me fez rir, me deixou de coração partido. Não sei se vai ter segunda temporada e não é que PRECISE de continuação, mas eu quero.

MAYRA: Cibele me disse pra assistir essa série e em um dia eu terminei. Engraçadíssima logo de primeira, Fleabag é uma série que te surpreende através dos episódios, quando estes vão ganhando complexidade e drama, e o final tem um plot twist que, sinceramente, me deixou boquiaberta. É pra rir e chorar e se apaixonar. Fleabag desequilibrada que nem eu.

CIBELE: Finalmente cedi aos apelos da população e assisti Game of Thrones. Claramente acabei apaixonada por tudo inclusive pela minha deusa Daenerys.

MAYRA: Nessa sexta temporada as coisas começaram a acontecer e a tomar rumos extremamente grandiosos, o que torna o mundo de George R. R. Martin cada vez mais incrível. Foi impossível não se envolver desde o primeiro episódio e as semanas se arrastavam até os domingos chegarem. Os dois últimos episódios foram extremamente excepcionais, com destaque para a Batalha dos Bastardos impecavelmente dirigida e The Winds of Winter, o season finale, que deixou ganchos enormes gigantescos para a sétima temporada que terá menos episódios, mas creio que será igualmente ótima. The winter is here!!!!!!!!!

CIBELE: Entrei na HBOGo pra sei lá o que (ver Westworld talvez), vi o pôster de Insecure e pensei “por que não?”. Acabei muito satisfeita da minha decisão, mas infelizmente tive que esperar algumas semanas pelo próximo episódio. A série seguiu muito bem na primeira temporada e o final foi o ponto alto. Mal posso esperar pelo retorno, porque o gancho do final tá me matando (a gente meio que sabe o que vai acontecer mas mesmo assim).

MAYRA: Como eu disse no meu post, o drama perfeitamente escrito que cerca Downton prende logo de primeira. Estou apaixonada por essa série e pela forma com a qual ela explora as relações humanas e os humanos em si. Queria morar nela, tamanho meu amor.

MAYRA: Se você adora uma série que te faz sentir vergonha alheia, essa é para você. Cheguei à conclusão que Michaela Coel é um gênio da comédia, e as situações de Chewing Gum são tão comicamente irreais que dá para acreditar que elas são possíveis. Mas cuidado porque para chorar de rir em todos os seis episódios não custa nada.

MAYRA: A adaptação para TV da HQ da Vertigo só melhorava conforme foi passando a primeira temporada. Absolutamente incrível e diferente de tudo, Preacher conseguiu já se tornar única em sua primeira temporada – também graças às mãos mágicas de Breaking Bad que estão na produção. Um pastor, um vampiro irlandês e uma assassina por encomenda juntos procurando por Deus (literalmente): não podia ser melhor.

Menções honrosas: Sherlock (Camila), Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar (Camila), How to Get Away With Murder (Camila), Good Morning Call (Camila), Quantico (Camila), The Affair (Cibele), Broad City (Cibele), UnReal (Cibele, Mayra: sempre um tapa na cara), Chewing Gum (Cibele), Masters of Sex (Cibele), Better Call Saul (Cibele), Westworld (!!!!!!!!!!!!! Cibele), You’re The Worst (Cibele)

 

Piores

CAMILA: Paranoid. Sou uma pessoa que ama séries policias, mas como assisto várias, preciso de um bom incentivo no piloto para continuar com as séries. Mesmo Quantico que não foi paixão à primeira vista, tinha algo que me fez assistir a maratona na AXN depois. Já Paranoid não teve nada de surpreendente, nenhum personagem que sentisse empatia ou que se destacasse de alguma forma e para mim ficou a impressão de ser mais uma série policial que tem alguns conflitos internos na polícia e na vida pessoal dos detetives e só. Simplesmente não consegui me forçar a continuar assistindo.

CAMILA: Ok, não me julguem. Mas assim como em Paranoid não consegui passar do piloto e aqui acho que o problema foram as expectativas. Esperava uma coisa da série e encontrei outra completamente diferente, com uma personagem que não consegui simpatizar e que não me deu muitos motivos para continuar assistindo a série.

CIBELE: Muita tristeza não ter gostado dessa série tanto quanto esperava. Não é exatamente ruim, só não é para mim. O humor da série passa longe do meu e eu fiquei morta de tédio em todos os minutos do único episódio que aguentei ver.




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