Star Trek: Sem Fronteiras

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Star Trek: Sem Fronteiras

Minha Classificação:
Star Trek: Sem Fronteiras The Movie DB
de Justin Lin
Título Original: Star Trek Beyond
Estreia: 22 Jul 2016
País: USA
Gênero: Ação, Aventura, Sci-Fi
Roteiro: Simon Pegg, Doug Jung, Gene Roddenberry (television series "Star Trek")
Elenco: Chris Pine, Zachary Quinto, Karl Urban, Zoe Saldana
Duração: 122 min

No quinquagésimo aniversário de Star Trek, chegou aos cinemas o décimo terceiro filme da franquia e o terceiro após o reboot feito em 2009, que nos apresentava os personagens clássicos da série de 1966, a tripulação da USS Enterprise. Agora em Star Trek: Sem Fronteiras estamos acompanhando o terceiro ano, dos cinco previstos em missão, de desbravamento do universo pela USS Enterprise em nome da Federação dos Planetas Unidos. Enquanto o Capitão Kirk questiona o seu lugar e as suas motivações para continuar na Federação, a tripulação enfrentará uma ameaça que pretende destruir tudo o que a Federação representa.

Esse filme mostra o ápice das relações entre a tripulação, após anos convivendo na Entreprise, laços foram formados e são muito bem explorados no desenvolvimento da aventura. Após serem emboscados e caírem em um planeta desconhecido, a tripulação acaba separada em duplas ou trios, o que torna a interação entre eles mais relevante para a sustentação da história, além de conseguir explorar melhor os personagens individualmente.

Krall é o grande vilão do filme e traz questionamentos interessantes sobre a Federação e a sua função no espaço, porém se no primeiro momento ele é assustador e implacável, com o tempo esse efeito vai se desfazendo e no fim fiquei com a sensação de falha no roteiro na luta final, pois o Krall poderia ter feito mais do aquilo que foi apresentado. 

Uma das melhores duplas é o Dr. MacCoy e o Spock, eles acabam por dar o tom cômico do filme, junto com a Jaylah que não entende certas convenções sociais e por isso acaba sendo engraçada, ela é um personagem importante para a narrativa e ajuda a tripulação em sua luta contra o Krall. O filme é muito bonito visualmente e se divide entre as partes de ação intensa com a de relação entre os personagens. Infelizmente na construção dos diálogos foram usadas frases bem clichês com teor filosófico/lição de moral que quebravam a fluidez da cena e insistiam em pontos que não precisavam ser ditos, mas nada que não podemos relevar.

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Durante o filme foi feito uma homenagem ao ator Leonard Nimoy, o primeiro Spock, falecido em 2015, e nos créditos citado o ator Anton Yelchin, o Chekov, que faleceu esse ano. Na minha opinião, esse é um dos melhores reboots dos últimos tempos, pois ele consegue agradar aos fãs e chamar atenção de quem nunca viu a série e está conhecendo esse universo agora. Além disso a Netflix, que já tem no catálogo os dois primeiros filmes do reboot, colocará, ainda esse ano, todas as séries clássicas da franquia e transmitirá a nova série que será lançada em 2017 pela CBS. A transmissão acontecerá igual a Shadowhunters, ou seja, um dia depois do episódio passar na televisão americana.

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Star Trek: Vida Longa e Próspera

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