Top 10 – Melhores Momentos da 1° Temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt

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Top 10 – Melhores Momentos da 1° Temporada de Unbreakable Kimmy Schmidt

Minha Classificação:
Unbreakable Kimmy Schmidt - 2015 The Movie DB
de Tina Fey
Status: 1 temporada (renovada)
Episódios vistos: 13
Elenco: Ellie Kemper, Tituss Burgess, Carol Kane, Jane Krakowski
Gênero: Comédia
Canal Original: Netflix
Canal no Brasil: Netflix
Duração do Episódio: 27 minutos
Assistir Unbreakable Kimmy Schmidt online: Netflix

Quando a Cibele me recomendou essa série e disse que era produzida pela Tina Fey, fiquei com vontade de ver. Depois que li o plot, nossa! Uma série que tinha tudo pra dar certo não podia superar mais as minhas expectativas como essa. Não aguentei e vi todos os episódios em sequência (e já tô pensando em rever). Kimmy é sensacional e ela ter passado os últimos 15 anos dentro de um abrigo subterrâneo (mantida cativa por um pastor maluco com medo do apocalipse) parece que a deixou mais sensacional. Óbvio que ela erra assim como todo ser humano mas ela sempre carrega em si uma mensagem positiva e feminista até o osso. Ela não tem medo de encarar a realidade e os estereótipos dessa sociedade agora tão estranha após tanto tempo trancafiada num abrigo; faz o que quer e segue a vida do seu próprio jeito, sem deixar de ser ela mesma. Isso me fez adorar mais ainda a série. Isso e: Titus ser apenas o melhor amigo gay da história da humanidade. Não só ele, mas todos os personagens secundários têm espaço e são hilários assim como a Kimmy. Titus é maestralmente sincero e original – ele no episódio do julgamento, nossa; Jacqueline é a maior sátira de classe média americana que já vi; Lilian é uma senhoria muito divertida. As participações especiais são um toque a mais na série: Dean Norris (os fãs de Breaking Bad vão a loucura), Jon Hamm (Mad Men) e a própria lindona Tina Fey com um permanente tão anos 80 quanto as gírias de Kimmy. Além de tudo, a pegada divertida da série não é só feminista, mas critica o racismo e a xenofobia, entre demais coisas. Só tenho elogios. Da música tema (Females are strong as hell!) ao season finale, só amor infinito. 

A gente aqui amou muito a série (menos a Camila que assistiu o Pilot e achou apenas “ok”) e decidiu fazer um top 10 com nossos momentos favoritos.

10 – A Abertura

CIBELE: Que maravilhosa a ideia de transformar um viral (que só aconteceu na série, claro) em abertura! A música além de ter uma letra boa ainda é chiclete e D-U-V-I-D-O você conseguir maratonar a série sem ficar com ela na cabeça.

MAYRA: A entrada da série tem uma música que fica grudada na sua cabeça. Ela é um remix de uma entrevista e tem uma letra sensacional, ao contrário de muitas músicas chicletes por aí. O entrevistado fala que caras brancos sempre praticam crimes assim e mulheres são fortes “como o inferno”. Inquebráveis! Quanto amor! E eu tô cantando até hoje. Apenas não sai da cabeça.

09 – O monólogo incentivador de Kimmy ao fim do primeiro episódio

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CAMILA: Um dos meus momentos favoritos é essa cena aí de cima porque mostra que uma pessoa com esperança pode trazer um pouco de esperança para quem já tinha desistido.

MAYRA: Adorei essa cena. É o momento em que Kimmy não se dá por vencida e se dá conta de que voltar pra Indiana seria apenas ser reconhecida como uma “Mole Woman” e ali em Nova Iorque ela vai ter como recomeçar a vida dela e ser quem ela quer. Lindo.

08 – Titus levando Kimmy para seu primeiro dia de aula

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CIBELE: Como você já sabe a Kimmy passou 15 anos num abrigo subterrâneo. Tendo ela hoje 29 anos, significa que ela não conseguiu terminar nem o ensino médio, então ao encontrar um supletivo para adultos, ela vai e Titus a leva para o primeiro dia. Ri alto? Sim.

MAYRA: Titus é um amigo e tanto, levando a Kimmy pro seu primeiro dia na escola. É o grande sonho dela: estudar pra ser alguém e poder viajar o mundo todo e ele está lá, a incentivando. Quando ele deixa ela na porta da escola eu apenas passei mal de rir, gente. Sério.

07 – Hank Schrader!!!!!

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CIBELE: Essa não vai ter nenhum valor para quem não é fã de Breaking Bad, mas eu pirei quando vi o Hank (ou o ator que o interpreta, tanto faz) fazendo uma participação na série.

MAYRA: Eu, como fã incondicional de Breaking Bad, tive um pequeno AVC quando ele deu as caras na série. Galera, ele é o Hank Schrader. Fazendo papel de machão.

06 – A festa de aniversário da Kimmy

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CIBELE: Esse episódio foi todo maravilhoso, mas como sempre Titus roubou a cena com essa.

MAYRA: “I can’t fix America” e nem a Mayra rindo loucamente. O fim desse episódio, a Kimmy reclamando da festa e o Titus falando que uma festa de adulto é daquele jeito me fez me identificar de uma tal maneira que nossa.

05 – A Senhoria

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MAYRA: Lilian é uma locadora sensacional. Ela tem vícios e hábitos muito peculiares e deixa o Titus morar lá de graça! Ela é uma personagem envolvente e é como se fosse uma mãe pros dois (Titus e Kimmy) e é muito engraçada. A cena do “gay judas” é incrível!

04 –  Pinot Noir

MAYRA: Como. Essa. Música. É. Sensacional. Pinot Noir é uma música original de Titus Andromedon e é uma ode ao pênis negro. O contexto da música é maravilhoso e as rimas apenas ficam na cabeça (mas nem se compara ao UNBREAKABLE, THEY’RE ALIVE, DAMN IT! da abertura).

03 –  Para parecer chique basta usar um notebook de papelão e falar em francês numa banana com se fosse um celular

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MAYRA: Essa crítica à “esnobice” dos ricos é muito cara-de-pau na série e essa hora é legal porque mostra que assim como pessoas ricas de Nova Iorque, Titus e Kimmy podem desfrutar de bons restaurantes mesmo não tendo pertences. Opa, não. Mesmo com um notebook de papelão, uma banana como celular e falando meio que francês, meio que uma língua inventada por eles. “Beyoncé”.

 

02 – Sua chefe branca-classe-alta também tem um passado

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MAYRA: Para mim, essa é a sátira mais forte da série. Uma loira de olhos azuis de classe alta que se acha superior a todos que a cercam, de repente mostra defeitos. Adoro os flashbacks da série que mostram a origem e as ambições de Jacqueline, as coisas que ela faz (tratamentos estéticos e etc) e a parte do cirurgião plástico é muito engraçada. Cada um tem seu objetivo na vida e ela conseguiu o dela, mas pagou um preço bem alto.

01 – Os contras de ser um homem negro nos EUA

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MAYRA: Como eu já disse na introdução do post, pra mim quem é o melhor personagem da série é o Titus. Ele não tem papas na língua e entre os destaques dele, vemos que ele prefere se fantasiar de lobisomem a ser ele mesmo porque é melhor tratado assim. Aliás, depois disso tem de longe a minha segunda cena preferida (o conjunto dele falando do julgamento ainda me faz chorar de rir) que é ele se perguntando onde vai marcar no formulário de ódio já que é “negro, gay e velho”; então vem um moço e mexe com ele e esse gif aí de cima acontece. Juro pra vocês que preciso de uma blusa dessas.

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