Caçadora de Unicórnios – Ordem da Leoa 1

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    Livros da série Ordem da Leoa:

  1. Caçadora de Unicórnios
  2. Ascendant (não lançado no Brasil)
  3. Triumphant (ainda não lançado)
Caçadora de Unicórnios – Ordem da Leoa 1

Minha Classificação:
Caçadora de Unicórnios (Ordem da Leoa, #1) goodreads
de
Publicação: em 2013
Gênero:
ISBN: 9788501098603
Título Original: Rampant
Páginas: 364
Tradução: Regiane Winarski
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Capa original

OBS da Cibele: De acordo com a autora, essa não é exatamente uma série, são na verdade histórias do mesmo universo, por isso você pode ler em qualquer ordem. Caso queira saber todas as histórias e a ordem cronológica, a autora colocou a lista em sua página oficial.

OBS da Cibele do OBS da Cibele: A Regiane, tradutora do primeiro livro, falou comigo pelo twitter e disse que é melhor ler os livros na ordem.

Não é segredo pra ninguém que eu amo três coisas: zumbis, dragões e unicórnios. Quando eu vi minha amiga com esse livro na Bienal, tive que pegar o livro pra ler antes de qualquer coisa até mesmo da minha semana de provas. E não é que foi uma leitura rápida e maravilhosa?

[capa]

Esqueça tudo o que você sabe sobre unicórnios. Fofinhos? Não. Asas transparentes, crinas suaves, animais brilhantes e bonzinhos? De jeito nenhum. Unicórnios são assassinos sanguinários. Comem tudo o que se mexe e tem sangue correndo pelas veias, não temem nada exceto as virgens descendentes de Alexandre, O Grande. Elas são as únicas que podem caçar esses animais selvagens e é isso que Astrid Llewelyn é, ou pelo menos o que sua mãe diz ser. Como acreditar num absurdo desses? Mas quando ela está dando uns amassos numa floresta perto da casa onde é babá e vê um animal branco, pequeno com um chifre no meio da cabeça atacar seu namorado e não fazer nada com ela, começa a ter mais fé nas histórias (loucas) de sua mãe… Até o momento em que sua mãe entra em contato com o Claustro das Ctésias, em Roma e decide mandar Astrid para lá para “seguir o destino de sua família” e ser uma caçadora de unicórnios como tradicionalmente as Llewelyn foram. Será que isso é real? Será que existem caçadoras de unicórnios? Será que ela irá se adaptar, mesmo depois de conhecer Giovanni, um estudante de Arte que balança seu coração?

Nos registros que minha mãe leu pra mim, os empregados que cuidavam do estábulo do pai de Alexandre estavam planejando que o “cavalo” fosse sacrificado porque ele era antropófago, que é a palavra grega para “comia os funcionários do estábulo no café da manhã”, ou algo do tipo. Pág. 24

O primeiro aspecto que eu quero destacar no livro é: engraçado. Eu ri muito, principalmente no início do livro, quando Astrid ainda acha que sua mãe é meio louca (que nem todo mundo). Mas mesmo depois, a protagonista tem umas tiradas maravilhosas e inteligentes e o livro não perde a sua pegada meio humorística. Além disso, o livro se passa em Roma, um lugar diferente do normal, que é lindo e cheio de histórias, lendas e folclore, perfeito pra abrigar uma história sobre unicórnios. Diana Peterfreund está de parabéns, já quero ler todo o resto!

– Ela treinou a vida toda, mas ainda assim foi morta pelo karkadann. Caçadoras de unicórnios morrem, Phil. Não é um jogo. Você pode fazer todos os pactos que quiser pra que a gente possa sair com garotos, ir pra faculdade, ir embora depois de um número determinado de anos de serviço, mas não muda o fato de que minha vida está em perigo aqui. Não quero fazer isso. Eu não sou uma guerreira. Pág. 95

Eu achei a desconstrução do estereótipo de unicórnios maravilhosa como eu sabia que seria, porque já havia lido um conto da Diana e eles também eram assassinos. Penso que isso quebra totalmente uma impressão do que o livro poderia ser, você não consegue adivinhar o que vai acontecer em seguida, é tudo muito corrido, muito bem escrito, descrito e construído. As personagens são fortes, cada uma tem uma personalidade diferente e bem delineada, mas o foco sempre é em Astrid (afinal, o livro é em primeira pessoa) e na sua prima Phillippa, que é a personagem mais próxima dela, mas mesmo assim você sabe quem são as outras caçadoras, no que elas são boas e um pouco das suas histórias e também da história de Roma, além, é claro, da mitologia envolvendo os unicórnios.

Não havia opções. Não se fôssemos caçadoras, Estávamos no meio da cidade e, mesmo assim, atraíamos animais selvagens. Todas nós sabíamos disso. Mas Phil e eu éramos as mais afetadas pelas novas regras. Éramos nós que sempre escapávamos. Pág. 224

Falando em unicórnios: Bonegrinder. Gente, que bicho fofo! Tirando o fato da história bizarra por trás de como ela foi “domesticada”, ela é uma coisa fofa e peludinha que nem parece que come gente. Até a unicórnio de estimação tem um pedacinho importante nessa história, já que as caçadoras devem passar no “teste do zhi” (uma das quatro espécies de unicórnios é a zhi, que são os menores animais) para saberem se serão caçadoras ou não. Ah, e Giovanni, o namorado de Astrid é muito legal, inteligente e fofo. E lindo. Nada mais a declarar.

Bom, afinal, é uma leitura que eu mega recomendo pra quem é fã de um livro de ficção fantástica, curte unicórnios ou procura um livro muito legal pra abstrair. A autora escreve muito bem e consegue montar uma história com personagens fortes (e mulheres! Yeay!) e uma fantasia muito bem calcada em uma mitologia que é real, mas ao mesmo tempo nem tanto…

Espero que tenham gostado da resenha!
Beigos!

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  • Marcelli
    16/09/2013 # 12:40:33

    Eu adoooro a capa desse livro!!
    Essa é a primeira resenha que leio sobre ele e confesso que não é nada do que eu imaginava..hahaha. Adorei, muito mesmo e com certeza é mais um para minha lista!!
    Parabéns pela resenha Mayra! Beijos

    Responder

  • EmmilySomerhalder
    02/03/2014 # 15:32:39

    Resenha muito bem escrita, me fez querer ler esse livro imediatamente, e gostei da capa tambem. Continue fazendo essas resenhas incriveis!!!

    Responder

  • EmmilySomerhalder
    02/03/2014 # 16:01:47

    Resenha muito bem escrita, me fez querer ler o livro imediatamente. Continue escrevendo essas resenhas inspiradoras!!!

    Responder

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