Top 6 – Motivos Para Assistir Star Wars

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Em 2017 a saga Star Wars completa 40 anos de história, com fãs ao redor do mundo inteiro e de todas as gerações. Como amanhã estréia o oitavo episódio da franquia, chamado de “Os Últimos Jedi” no Brasil (alô spoiler já no título nacional), resolvi listar aqui alguns dos motivos que me fazem amar esses filmes e que talvez sejam os mesmos pelos quais a magia de Star Wars é fortemente presente mesmo depois de quatro décadas de existência (me deixa ser fangirl um pouquinho por favor). Vai que lendo esse top você não fica com vontade de assistir também?
(Que fique claro aqui que o amor é pelos episódios IV, V, VI, VII e Rogue One; da trilogia I, II e III que é prequel, não gosto muito, mas tem seu papel e é canônica, então por mais que não seja mencionada com afeto aqui no post, aconselho que seja assistida junto dos outros filmes, tá bem? Então tá bem.)

 

Mulheres Fortes

Jyn Erso, Princesa Leia, General Leia e Rey

Star Wars é conhecido por muitas coisas, dentre elas, suas mulheres. O primeiro filme, que foi ao ar em maio de 1977, já começa com uma mulher sendo super fodona: Leia (interpretada pela querida Carrie Fisher, que infelizmente faleceu no ano passado. Que a Força esteja com ela). Ela se salva, ela salva a rebelião, ela salva os amigos, ela tem personalidade forte, ela luta e ainda é uma princesa! Quem disse que princesas não podem ser fortes? Daí que no episódio VII ela se torna General da Resistência, lutando contra os ditadores da Primeira Ordem, sucessores do Império Intergalático! E temos também Jyn Erso (Felicity Jones), que teve um papel mega importante para a rebelião em Rogue One e que também marca pela personalidade incrível, pela força e pela atitude. E, claro, Rey (Daisy Ridley). A protagonista da nova trilogia de Star Wars é apenas uma piloto, mecânica, lutadora… Nossa senhora como isso é importante! Ela é uma sobrevivente, é inteligentíssima, é carismática, é apenas sensacional. Mas o mais importante disso tudo tudo: nenhuma delas é sexualizada! Elas usam roupas plausíveis, elas são tratadas com o respeito como os seres humanos que são, e elas têm voz, profundidade e protagonismo. Menção honrosa para Padmé Amidala (Natalie Portman) e  também para as figuras de liderança política interpretadas por mulheres – que são muitas dentro da saga.

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Top 5 – Filmes de Terror Novos e Bons

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Não é incomum ver fãs de terror reclamando como os filmes do gênero não são tão bons quanto os de “antigamente”. Reconheço que existe MUITO filme ruim sendo lançado recentemente, isso vale para todos os gêneros, e sempre teve. Óbvio que para cada série infinita Jogos Mortais ou Uma Noite de Crime é preciso “garimpar” muito até achar alguma coisa boa, mas no intuito de te ajudar, destaco aqui cinco filmes que realmente me fizeram apreciar um tipo de filme que eu já tinha abandonado.

 

A Morte Te Dá Parabéns (Happy Death Day) – 2017

Tree (Jessica Rothe) é uma jovem que é assassinada no seu aniversário e tem que reviver o dia de sua morte várias e várias vezes, tentando descobrir quem foi seu assassino, antes que suas chances se acabem.

Esse filme foi lançado e eu não dei a menor atenção, sinceramente achei que seria apenas mais um terror adolescente como tantos por aí, mas o que despertou meu interesse foram os elogios constantes que eu li. A Morte Te Dá Parabéns não tem uma sinopse exatamente inovadora e acaba caindo em certos clichês, mas é no geral um filme extremamente divertido e Jessica Rothe transformou a protagonista em uma das melhores coisas do filme. Não dá pra sentir medo, mas não deixa de ser uma boa diversão. O diretor tem planos para uma desnecessária sequência e, considerando o sucesso do primeiro, não é impossível de acontecer.

 

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Your Name. (Kimi no Na wa.)

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Your Name. (Kimi no Na wa.)

Minha Classificação:
Your Name. The Movie DB
de Makoto Shinkai
Título Original: 君の名は。
Roteiro: Makoto Shinkai
Elenco: Ryunosuke Kamiki, Mone Kamishiraishi, Masami Nagasawa, Etsuko Ichihara, Ryou Narita, Aoi Yuki
Estreia: 26/08/2016
País: Japão
Gênero: Romance, Animação, Drama

Mitsuha é uma adolescente que vive numa cidade pequena do Japão. Ela é infeliz por morar no interior e queria poder viver em Tóquio. Taki está no último ano do ensino médio e está acostumado com a vida que vive como filho único na cidade grande. Por algum motivo que ninguém sabe explicar, Mitsuha e Taki trocam de corpo e vivem a vida um do outro por um período de tempo. Apesar de não se conhecerem e viverem vidas bem distintas, eles sentem uma ligação muito forte e começam a procurar um pelo outro.

Essa sinopse é bem superficial porque eu realmente não quero estragar nada da história para você. Não vou mentir que essa coisa de “troca de corpo” eu vejo desde criança em filmes como Se Eu Fosse a Minha Mãe (e seu remake Sexta-Feira Muito Louca) passando por Coisas de Meninos e Meninas até o nacional Se eu Fosse Você, então não é algo que hoje em dia atraia minha atenção. Mas Your Name. é o anime de maior bilheteria de todos os tempos então já dava pra saber que tinha algo de diferente. E tem mesmo.

A primeira coisa que dá pra reparar já nos primeiros segundos de exibição é a qualidade visual. A fotografia do anime é LINDA, é sem dúvida uma das animações mais visualmente bonitas que já vi. Isso é sem dúvida um grande mérito mas nem de longe é o único. O roteiro é também muito bom. Eu fiquei completamente envolvida pela história e fui pega de surpresa diversas vezes por acontecimentos que mudaram completamente o rumo do que eu estava assistindo. Apesar de ter uma premissa batida, o desenvolvimento é totalmente diferente de qualquer outro do gênero. 

Eu não cheguei exatamente a ler críticas mais detalhadas antes de assistir e somando isso à minha falta de interesse com essa ideia batida, fui esperando ver um filme apenas mediano. Lindo e bem executado, sem dúvida, mas com uma história não muito surpreendente. Obviamente eu estava enganada já que o filme é bom em todos os sentidos. O roteiro brinca com suas expectativas e emoções o tempo inteiro e o jeito de contar a história me incomodou um pouco no começo, acho que deve ter sido particularmente confuso para quem viu sem ler a sinopse, mas isso foi totalmente justificável no desenrolar da narrativa.

Como sempre, Hollywood não pode ver que outro país fez um filme bom e já quer fazer remake, então J.J. Abrams está envolvido no projeto do live action americano. Apesar de confiar muito no trabalho do J.J. acho que não tem como refazer algo que já está tão bom. Eu acabei o anime seriamente impressionada e apaixonada então tenho zero esperanças de que essa nova versão vá trazer algo de bom. Espero estar errada mais uma vez.