63: Origem – Robert Langdon 5, Dan Brown

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Origem (Robert Langdon, #5)

Origem (Robert Langdon, #5) goodreads
de Dan Brown
Série: Robert Langdon #5
ISBN: 9788580417661
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Primeira frase da página 100:
A Ponte La Salve, em Bilbao, atravessa o Rio Nervión tão próximo ao Museu Guggenheim que as duas estruturas costuamam parecer fundida.

Do que se trata o livro?
Edmond Kirsch é um ex-aluno de Robert Langdon, famoso por suas previsões tecnológicas e extremante rico, descobre a resposta para duas perguntas fundamentais da existência humana: De onde viemos? Para onde vamos? Decidido a fazer uma declaração sobre sua descoberta, ele planeja um evento grandioso no Museu Guggenheim e é assassinado antes de fazer a sua revelação. Langdon se une a Diretora do Museu, Ambra Vidal, para descobrirem a senha de Kirsch e revelarem sua descoberta para o mundo.

O que está achando até agora?
Previsível e irritante. A fórmula usada pelo Dan Brown continua sendo seguida a risca e a forma como Kirsch é assassinado e sua descoberta fica restrita é extremamente implausível. Claramente o autor faz o personagem tomar decisões ridículas para construir seu mistério. O mais interessante continua sendo as obras e fatos verdadeiros que são citados no livro.

O que está achando da personagem principal?
Robert Langdon continua o mesmo de outros livros, é envolvido em conspirações facilmente e se torna um alvo mesmo não sabendo de nada.

Melhor quote até agora:

Como vocês sabem, todos os deuses sofreram o mesmo destino, morrendo um por um enquanto perdiam a relevância para nossos intelectos em evolução.

Vai continuar lendo?
Sim, vou continuar lendo. Já que o começo foi mais do mesmo, mantenho a esperança que o desenvolvimento e a conclusão sejam melhores.

Última frase da página:
Langdon sorriu para tranquilizá-la.

OBS: Estou lendo esse livro em e-book então na verdade não tirei as informações da página 100 e sim da posição 30% do livro no meu Kindle.

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Orgulho e Preconceito

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Orgulho e Preconceito

Minha Classificação:
Orgulho e Preconceito goodreads
de
Publicação: em 2008
Gênero:
ISBN: 9788588781382
Título Original: Pride and Prejudice
Páginas: 400
Tradução: Marcella Furtado
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Capa original

A família Bennet é uma das mais importantes de Hertfordshire, na Inglaterra, em 1811. Sr. Bennet, Sra. Bennet, Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia moram em Longbourn; e com a chegada do Sr. Bingley a Netherfield, a Sra. Bennet enxerga nele um possível marido para uma de suas filhas. Porém, o melhor amigo de Bingley, Sr. Darcy é extremamente orgulhoso e causa má impressão em todos – principalmente em Elizabeth. Entre encontros e desencontros, a vida de Lizzy e Darcy se cruza de uma maneira imprevisível.

– Isso é bem verdade, – replicou Elizabeth – e eu poderia facilmente perdoar seu orgulho, se ele não tivesse mortificado o meu. Pág. 15

É uma verdade universalmente reconhecida que Orgulho e Preconceito é meu livro preferido da vida (tão favorito que possuo nada menos que: uma cópia em português, uma bilíngue, duas em inglês, uma em alemão, uma em quadrinhos, Orgulho e Preconceito e Zumbis e Cinquenta Tons do Sr. Darcy – sim), portanto, essa resenha não será de modo algum imparcial. Escrevo aqui desde 2012 (bastante tempo né?!) e penso que seja um absurdo ainda não existir uma resenha minha desse clássico atemporal, então o peguei para reler pela bilionésima vez e quando terminei a leitura, estava mais apaixonada do que nunca! É muito lógico que esse livro perdure por tantos anos, porque é uma obra-prima inigualável.

[…] Sem pensar muito bem de homens ou do matrimônio, o casamento sempre fora seu objetivo; era a única provisão para uma jovem bem educada dama de pequena fortuna e, embora incerto de felicidade, deveria ser o mais agradável refúgio contra a necessidade. Pág. 77

A história contada por Jane Austen é classificada como um romance e o é, mas não é apenas isso. Orgulho e Preconceito forma uma crítica social extensa sobre a sociedade do século XIX, com situações que hoje em dia podem parecer absurdas, mas que guardam resquícios no mundo atual. A divisão por classes sociais, a hipocrisia aristocrata, a falta de instrução dos campesinos, a obrigação marital, a alienação material e a falta de respeito às mulheres são tratados de maneira pungente e não disfarçada, mas a construção de texto é leve e fluida. Além disso, penso que o que me conquista (além do elemento romântico, obviamente) é o desenvolvimento e o estudo de caráter dos personagens: a premissa básica é de que as pessoas podem mudar, mesmo mantendo a sua essência. Ao longo do livro, vamos percebendo que o tempo pode fazer com que revejamos conceitos, que nunca é tarde para mudar e que toda ação em prol do amor verdadeiro é válida.

[…] – Minha coragem sempre se ergue a cada tentativa de me intimidar. Pág. 107

Elizabeth Bennet é uma mulher à frente de seu tempo. É inteligente, sagaz, compreensiva e teimosa. Não tem medo de ser quem é e não se intimida por ninguém, muito menos por homem nenhum. O Sr. Darcy é inteligente, orgulhoso, sisudo e soberbo. Porém ao longo do livro, como mencionei anteriormente, os personagens erram, refletem e racionalizam sobre seus erros, além de tentarem ser melhores seres humanos; e a maneira como Jane Austen discute caráter é incrível, pois ela considera que ninguém é fundamentalmente bom ou ruim e que não somos imunes a erros de julgamento. O amor em Orgulho e Preconceito não é apenas amor romântico entre Lizzy e Darcy (esses lindos) – gente isso aqui não é spoiler porque o livro foi publicado em 1813, até uma criança que acabou de nascer sabe que eles ficam juntos no fim – ou Jane e Bingley, embora este seja o destaque e também meu elemento favorito; e que não acontece de modo nem um pouco forçado ou instantâneo, o amor romântico é construído natural e compreensivamente. Existe o amor de Lizzy por Jane, dos Bennet como família e de Lizzy para com Charlotte, e esse amor fraternal é tratado com a importância que merece, porque ele também é responsável por mudar o destino dos personagens: é aí que essa obra se difere de muitas outras, que tratam o amor romântico como única possibilidade. Como o clássico que é, Orgulho e Preconceito já teve várias adaptações, as mais famosas sendo uma minissérie da BBC de 1995 com Colin Firth como Darcy e Jennifer Ehle como Elizabeth; e o filme de 2005 dirigido por Joe Wright, com Keira Knightley como Elizabeth, Matthew Macfadyen como Darcy e Rosamund Pike (uma deusa) como Jane. Sendo suspeita para falar, gosto muito das adaptações e recomendo demais para todos, além de claro, recomendar esse livro que é tão importante para mim.

 

A Lista de Brett

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A Lista de Brett

Minha Classificação:
A Lista de Brett goodreads
de
Publicação: em 2014
Gêneros: ,
ISBN: 9788576862390
Título Original: The Life List
Páginas: 364
Tradução: Ana Death Duarte
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Capa original

A mãe de Brett acabou de morreu depois de uma breve batalha contra o câncer, mas antes disso deixou uma grande herança para sua filha atrelada apenas a uma condição: Brett precisa completar uma lista de sonhos criada na adolescência. O problema é que muitos desses sonhos são coisas das quais a Brett já desistiu, como por exemplo ser professora e ter um cavalo, no entanto a mãe era também sua melhor amiga e talvez ela tenha exigido isso por um motivo.

“Mas há um limite para o que as fadas madrinhas podem fazer. Eu acho que cada um tem o poder de realizar os próprios desejos. Só precisamos encontrar coragem para isso.”

Eu adoro esse tipo de história, então desde o lançamento eu estava doida para ler. É óbvio que eu não esperava grandes surpresas, afinal as comédias românticas tendem mesmo a ser previsíveis, mas A Lista de Brett fez algo diferente que me agradou muito: a autora brincou com os clichês e expectativas do gênero para me enganar várias vezes. Isso foi legal porque eu fui trouxa tantas vezes que no final, quando a autora finalmente não resiste e acaba se jogando num clichê, eu já nem esperava mais e fui enganada de novo.

Fora essa brincadeira na narrativa o livro não teve nada de especial. No começo a história é muito cheia de detalhes e passa devagar, mas quanto mais vai chegando próximo ao final mais coisas vão sendo jogadas, do nada aparecem passagens de tempo e em seguida mais uma reviravolta previsível e desnecessária que encheu os últimos capítulos de situações novelísticas que podiam ter dado espaço para explorar melhor outras situações ou as relações da protagonista que foram de extrema importância para a conclusão da história.

“O amor é a única coisa sobre a qual você nunca deve chegar a um meio-termo.”

Ultimamente eu já não estou muito empolgada com livros (isso acontece comigo às vezes) e pra me prender eu preciso de uma história que me deixe interessada o tempo inteiro e A Lista de Brett só conseguiu fazer isso no primeiro capítulo, depois eu não sentia vontade de continuar a leitura e só de lembrar que “teria que lidar” com a Brett já me desanimava. O livro não é ruim, só não tem nada de mais. Os direitos já foram comprados para o cinema e eu gostaria de ver essa adaptação, porém já ciente de que vão ter cortar muita coisa ou fazer uma mudança radical para caber tudo num filme.

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