O Caderninho de Desafios de Dash & Lily – Dash & Lily 1

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    Livros da série Dash & Lily:

  1. O Caderninho de Desafios de Dash e Lily
  2. The Twelve Days of Dash and Lily

Capa original

O Caderninho de Desafios de Dash & Lily

Classificação:
Título Original: Dash & Lily's Book of Dares
Série: Dash & Lily
ISBN: 9788501105158
Gênero:
Autores: ,
Ano: 2016
Páginas: 256
Editora:
Tradução: Regiane Winarski
Onde comprar:
Saraiva Cultura Amazon Submarino A compra pode gerar comissão ao blog.

Alguns dias antes do natal Dash está em sua livraria favorita na seção de seu autor favorito quando avista um moleskine vermelho no meio dos livros. Ao abrir o caderninho ele encontra uma série de instruções deixadas por Lily como uma caça ao tesouro. Após cumprir todas as missões, ele acaba retribuindo a brincadeira e deixando pistas para ela também. Dessa forma os dois adolescentes que não se conheciam vão acabar sendo a companhia um do outro durante as festas de fim de ano.

“A família, assim como o arsênico, funciona melhor em pequenas doses… a não ser que você prefira morrer.” Dash

Já falei em muitos outros posts que amo a escrita do David Levithan, até agora ele e a Rachel Cohn já escreveram outros dois livros juntos que foram publicados e adaptados para o cinema (Nick & Norah – Uma Noite de Amor e Música e Naomy & Eli e a Lista do Não Beijo). Eu tenho O Caderninho de Desafios de Dash & Lily em inglês há anos, mas só resolvi realmente ler agora que foi lançado em português e infelizmente vou contar para você que para mim não rolou. Esse é o primeiro livro de uma (até então) duologia, mas só pretendo ler o próximo se pegar o primeiro capítulo e estiver bem diferente do que foi o volume um.

A história é interessante(zinha), se passa no natal (amo natal) e mesmo se fosse de outros autores teria me chamado a atenção, mas apesar da premissa ter me deixado curiosa, teve mais pontos negativos que positivos. Os personagens foram criados de forma muito superficial, após terminar de ler o livro ainda não sei quem são e tudo o que sei sobre eles é que um ama natal e o outro odeia e tudo por causa de situações familiares. Precisava de bem mais para eu realmente chegar a conhecê-los né? Dessa forma ficou bem difícil me importar com qualquer coisa que poderia ou não acontecer com eles. Os personagens secundários também tiveram pouco destaque porque tinha muitos deles para pouco espaço. O desenvolvimento da história não foge muito do clichê caindo em situações que já vimos em outras 29301803189 outras histórias. Realmente uma decepção especialmente vindo de uma dupla que escreveu outros livros que amo. Esse livro foi tão errado que destaquei mais frases da Rachel Cohn que do Levithan.

Dentre os pontos positivos destaco, hum, pera tô pensando, o natal? Nova Iorque? Ah ok no final aparecem uns cachorros também. Mas falando sério, foi legal que a história tenha se passado bastante numa livraria e não posso negar que me diverti vendo o Dash falando mal do Nicholas Sparks para a a Lily. E de bom foi basicamente isso.

Apesar de considerar este o pior livro que li este ano (fala sério se não dá uma tristeza ter que falar isso do seu autor favorito?) não perco a fé no meu querido Levithan e nem na dupla que ele forma com a Rachel Cohn. Torço pelo momento em que eles darão a volta por cima e lançarão um livro que eu ame mais que Nick & Norah. Fica aí o desafio para o universo.

      
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O Fim de Penny Dreadful

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Classificação:
Penny Dreadful – 2014 a 2016
Status: 3 temporadas (finalizada)
Episódios vistos: 27
Canal Original: Showtime
Canal no Brasil: HBO

Assim que eu soube que uma das minhas séries favoritas foi cancelada, fiquei muito triste (inclusive ainda estou de luto). Aí depois eu li que ela tinha sido pensada desde o início para ter apenas três temporadas, e com isso em mente, fui assistir ao series finale duplo e quando a série acabou, eu só pensei: precisamos falar sobre Penny Dreadful. A Camila já falou sobre a série nesse post aqui e nesse aqui. Eu vou avisar quando começar a parte com spoilers, então pode ler sem medo!

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Meu amor por Penny Dreadful começou logo na primeira temporada. Não me lembro exatamente como comecei a ver, mas me recordo de ficar uma noite inteira acordada assistindo aos episódios que já haviam saído e de aguardar ansiosamente todos os seguintes, semana após semana. Confesso que não é o tipo de série que me atrai, porque hoje em dia a temática de drama/horror fantástico já está meio batida, porém a maneira de contar histórias de Penny Dreadful era seu diferencial: a maneira como personagens clássicos eram alocados, bem roteirizados e dirigidos foi o que conquistou a enorme legião de fãs da série. Isso, e claro, a protagonista Vanessa Ives, incrível e genialmente interpretada por Eva Green, que deu sentido completamente diferente a “uma deusa, uma louca, uma feiticeira”. Sinceramente, houveram vezes que eu pensei que ela carregava a série nas costas.

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Afinal, são as nossas memórias que nos fazem monstros…

O núcleo principal é constituído por Sir Malcom Murray, um desbravador rico e destemido; Vanessa Ives, uma mulher muito misteriosa, amiga da filha de Sir Malcom; Ethan Chandler, um pistoleiro norte americano, Victor Frankstein, um cientista que adora brincar de Deus e Dorian Gray, um ricaço também cheio de mistérios. Em cada temporada temos “o caso da vez”, sempre juntando elementos sobrenaturais com a realidade do fim do século XIX, mas pra mim, essa nem era tanto a graça da série. O que me era mais precioso era a maneira que os diretores e roteiristas colocavam clássicos de terror que todo mundo conhece de uma forma muito mais humana, abordando questões muito mais relacionáveis entre personagens tão complexos, que nós nos identificamos e entendemos suas dores e seus motivos. A relação entre criador e criaturas de Frankstein foi muito bem explorada, atentando também para a humanidade remanescente nessas aberrações e Dorian Gray teve a sua importância e seus ideais construídos e desconstruídos de forma a fazer qualquer pessoa em qualquer época pensar. Por mais que houvesse sempre um caso grande da temporada, as tramas secundárias sempre foram bem amarradas e nunca eram a toa, sempre tinham alguma importância para o todo. Também, um dos pontos altos da série sempre foi o conjunto de figurino, maquiagem e cenários, que se encaixavam muito bem e eram muito bem feitos, o que facilitava, claro, as atuações impecáveis do elenco da série (exceto o cabelo do Dorian, porque gente, do fundo do meu coração, o que era aquilo? Sério, depressivo. Nunca consegui olhar pra ele sem gritar mentalmente por conta daquela atrocidade capilar). Resumindo: a série é 10/10, até, bem, o final…

Aqui começa a parte COM SPOILERS, então se você não gosta, fique a vontade para parar por aqui!

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Tag dos 50% – 2016

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Fizemos essa tag no ano passado também, você pode conferir aqui. E assim como ano passado, os créditos vão para o Victor do Geek Freak que traduziu a tag do canal gringo ReadLikeWildFire. Bora fazer o balanço de leituras até agora?

1 – O melhor livro que você leu até agora, em 2016.

Simon vs. a agenda Homo Sapiens Deadpoll-dog-park-1024x1445

CAMILA: The Kiss of Deception da Mary E. Pearson o queridinho do ano.

CIBELE: Simon vs a Agenda Homo Sapiens da Becky Albertalli

MAYRA: Deadpool Dog Park, de Stefan Petrucha, ganha disparado de qualquer outro até agora.

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