Arquivos Serial Killers: Louco ou Cruel?

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    Livros da série Arquivos Serial Killers:

  1. Arquivos Serial Killers: Louco ou Cruel?
  2. Arquivos Serial Killers: Made In Brazil
Serial Killers: Louco ou Cruel?

Classificação:
Título: Serial Killers: Louco ou Cruel?
ISBN: 9788566636284
Gênero:
Autor:
Ano: 2014
Páginas: 360
Editora:
Compre:
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Ilana Casoy é a maior criminalista do Brasil, e nessa edição definitiva de Serial Killers: Louco ou Cruel? ela discute métodos e maneiras de identificar – e até técnicas policiais de perseguição – um serial killer, além de comentar os casos mais famosos dos serial killers mais prolíficos do mundo, como John Wayne Gacy, Ed Gein e Ted Bundy.

Nós, serial killers, somos seus filhos, seus maridos, estamos em toda a parte. E haverá mais de suas crianças mortas amanhã. Você sente o último suspiro deixando seus corpos. Você está olhando dentro de seus olhos. Uma pessoa nessa situação é Deus! Ted Bundy, pág. 97

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Primeiramente quero destacar que essa edição do livro publicada pela DarkSide Books é apenas lindíssima! É toda ilustrada não só com imagens dos assassinos e das cenas dos crimes, mas de ilustrações diversas do corpo humano, que deixaram o livro impecável. A qualidade das imagens e a diagramação toda do livro aumentam o interesse do leitor e enriquecem os olhos e a imaginação ao longo da leitura, realmente incrível. A escrita de Ilana Casoy não fica atrás, e ela utiliza uma linguagem menos formal e técnica, que dá para qualquer pessoa entender logo de cara. No começo, o livro é dedicado à explicações de como agem serial killers, qual a diferença entre eles e assassinos em massa, além de diferenciar (com exemplos bem claros) o que são serial killers organizados e desorganizados. Já a segunda parte do livro é onde Ilana retrata os criminosos mais famosos da história, e aí é para quem não tem estômago fraco…

Em sua “Galeria do Mal”, Ilana cita 16 casos reais (resolvidos ou não) de serial killers ao redor do mundo, com descrições de métodos e modus operandi, além de como suas vítimas foram encontradas – essa é a parte que assusta –  e como eles foram pegos pela polícia. Assassinos memoráveis como Andrei Chikatilo, Ivan Marko Milat, Jeffrey Dahmer (o que eu acho mais curioso) e O Zodíaco estão na coletânea! Cada criminoso tem uma introdução com foto e dados como nome completo, altura, cônjuge e idade – tudo muito bem feito. O livro é de uma leitura não muito leve por citar detalhadamente fatos que realmente aconteceram, mas para quem se interessa pelo assunto (vide eu e Cibele) ou tem uma curiosidade sobre como funciona a mente de uma pessoa capaz de matar tão friamente tanta gente, é de uma riqueza sensacional. A série ainda tem uma versão Made In Brazil, que cita casos aqui nas nossas terras tupiniquins, e estou curiosíssima para ler!

        
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Top 3 – Séries Estreantes na Fall Season

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Na última semana eu vi três séries estreantes da fall season, duas delas eu já queria ver há tempos e a outra (Easy) eu vi só porque tava fácil (trocadilho, sorry) ali na Netflix. Abaixo vou falar o que achei delas e se acho que vale a pena continuar vendo.

Notorious

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Inspirado na vida real do famoso advogado criminalista Mark Geragos e da produtora de telejornalismo Wendy Walker, o drama midiático acompanha os bastidores de um telejornal, com ênfase na relação entre sua poderosa produtora e um advogado charmoso, que usa seu acesso à bancada do programa para manipular a opinião pública e vencer seus casos.Na série, a personagem inspirada em Wendy é Julia George (Piper Perabo) e a inspirada em Mark é Jake Gregorian (Daniel Sunjata).

Decidi ver essa série porque o trailer foi interessante e adoro a Piper Perabo, mas a série em si, apesar de ter um piloto bom (não ótimo, apenas bom) não parece ter um futuro promissor em questão de roteiro. Sinto que a história não tem muito para onde ir e metade das reviravoltas já foram entregues no primeiro episódio. Pode ser que eu esteja errada, como já errei com Breaking Bad, e Notorious siga um caminho sensacional, mas prefiro esperar críticas futuras antes de ver outro episódio.

Easy

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A história acompanha diversos personagens que vivem em diferentes bairros de Chicago, apresentando seus relacionamentos e problemas sociais. Cada episódio apresentará uma história diferente.

Eu vi a temporada inteira de Easy simplesmente porque estava disponível mas a série para mim foi a mais fraca das três. Os episódios tem histórias soltas, mesmo os que “pegam emprestado” personagens dá para ver for de ordem. Mesmo assim, no geral foi muito fraca, poucas histórias são realmente boas e na maioria das vezes eu só queria pular e ir para a próxima. É uma boa ideia mal aproveitada e se tiver segunda temporada eu não pretendo ver.

This is Us

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Isso é real. Isso é complicado. Isso é a vida.

A série é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia, incluindo Rebecca (Mandy Moore), Jack (Milo Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos em Pittsburgh e Kevin (Justin Hartley), um belo ator de televisão que está se cansando da vida de solteirão cobiçado.

Antes de estrear, em todo lugar eu via falarem dessa série e depois da estreia foi ainda pior por causa da suposta reviravolta no episódio piloto. Eu gostei do episódio (embora a surpresa não surpreenda quem já conhece outros trabalhos de seu criador) mas não sei até quando vou continuar acompanhando, não por não ser boa, mas por não ser meu estilo de série. É um drama familiar numa vibe Everwood e eu nunca consegui terminar uma série assim, mas boa sorte.

        
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Once Upon a Time

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Once Upon a Time

Classificação:
Once Upon a Time - 2011 IMDb
Status: 6 temporadas
Episódios vistos: 96
Elenco: Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Jared Gilmore, Robert Carlyle
Gênero: Aventura, Fantasy, Romance
Duração do Episódio: 44 min
Onde assistir: netflix

Once Upon a Time nos mostra o que aconteceu após o felizes para sempre da  Branca de Neve e do Príncipe Charming e não foi nada feliz. Inconformada com a felicidade da Branca, a nossa querida Rainha Má lança uma maldição em todo o reino dos contos de fadas e eles vem parar no mundo real, mais especificamente numa cidade chamada Storybrooke. Na cidade ninguém se lembra de quem era no outro reino, e suas vidas seguem pacatamente normais e sem finais felizes, até que Emma Swan, a salvadora, chega na cidade e ameaça os planos da Rainha Má/Regina para os contos de fadas.

Emma é filha do Charming e da Branca e foi a única que eles conseguiram enviar para o mundo real antes da maldição ter sido lançada, quando ela era um bebê. Como orfã, Emma cresceu passando por vários lares adotivos e enfrentou muitos problemas, inclusive ter um filho enquanto estava presa, filho que foi encaminhado para adoção ainda bebê e que é ninguém menos do que o filho adotivo da Rainha Má/Regina, o Henry.

Henry é uma criança inteligente, que munido do seu livro de contos de fadas quer quebrar a maldição da cidade, por isso ele vai atrás da sua mãe biológica e consegue trazê-la até Storybrooke, a questão agora é fazê-la acreditar que os contos são reais e que só ela pode quebrar essa maldição.

A narrativa da série se divide em dois momentos, o presente e o passado, conforme vamos conhecendo as personagens da cidade, flashbacks são mostrados sobre a vida deles na Floresta Encantada e assim uma teia narrativa vai se formando em que as peças vão se juntando até chegarem no ponto  de convergência das duas narrativas. Esse recurso é usado nas outras temporadas também, nunca sabemos tudo o que aconteceu logo de cara.

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Este é o meu final feliz!

Outro ponto que chama atenção é que ao mesmo tempo em que são as histórias que conhecemos, também não são, tem pontos significativos de diferença, uma profundidade maior nas personagens que não é mostrado nos contos de fadas tradicionais, uma amarração de histórias próprio da série para causar motivações e alianças, e portanto logo entramos em terreno desconhecido, mesmo tendo como base as velhas histórias.

Se no primeiro momento as linhas entre o bem e o mal estão bem delineadas, conforme vamos acompanhando a série percebemos que elas se misturam e se confundem em vários momentos e isso é ótimo, porque começamos enxergar personagens tridimensionais, personagens que vão além do estereótipo de bem e mal. Uma das coisas mais divertidas é perceber que determinados personagens que temos como heróis, são na verdade vilões e vice-versa, isso acaba desconstruindo as imagens que tínhamos deles e coloca essa produção, não como uma adaptação, mas uma nova história sendo contada.

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Faltando poucos dias para começar a sexta temporada da série, a Netflix disponibilizou recentemente a quita, muitas personagens já passaram por aqui, Anna e Elsa de Frozen, Merida, a Bruxa Má do Oeste, Capitão Gancho, Peter Pan, Bela, Mulan, Aurora, Vovó e Chapeuzinho Vermelho, Ariel, Ursula, Cruela de Vil, Éric, Phillip, Malévola, o Grilo falante, Pinocchio, Gepeto, Arthur, Lancelot, Percival, Guinevere, Merlin e muitos outros, que vão construindo o Once Upon a Time.

Um ponto negativo é os efeitos especiais que não são lá essas coisas, mas nada que não possa ser relevado. O foco está sempre no núcleo da Emma que é a Salvadora, e por isso nem todos tem tanto tempo de tela quando aparecem, mas sempre um papel fundamental no desenrolar da trama. Série recomendadíssima para quem gosta de fantasia, contos de fada e drama, afinal, ainda estamos atrás do final feliz dessa galera.

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