#61: Império de Tempestades – Trono de Vidro 5 (Tomo 1), Sarah J. Maas

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Império de Tempestades - Tomo 1 (Trono de Vidro, #5)

Império de Tempestades - Tomo 1 (Trono de Vidro, #5) goodreads
de Sarah J. Maas
Série: Trono de Vidro #5
ISBN: 9788501109996
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Primeira frase da página 100:
Humana; o cheiro de canela e sabugueiro era completamente humano.

Do que se trata o livro?
Império de Tempestades é o quinto livro da série Trono de Vidro, onde Aelin Galathynius (ex Celaena Sardothien) continua na sua jornada em busca de conquistar de volta seu reino, com inúmeras ameaças em seu encalço: bruxas, criaturas corrompidas por magia negra de outros mundos e agora, também piratas e burocracia.

O que está achando até agora?
Na verdade não li até a página 100, mas sim até a 249. Tive de me segurar para não ler tudo de uma vez, porque como sempre, Sarah J. Maas envolve o leitor de uma tal maneira que simplesmente não dá para largar o livro, e preciso esperar sair o sexto porque se ler os dois tomos de uma só vez, vou ficar chorando até sair o próximo (que nem estou fazendo com Corte de Rosas e Espinhos, a outra série da autora) - porque Trono de Vidro é simplesmente bom demais!

O que está achando da personagem principal?
Aelin está simplesmente incrível. Depois que ela assumiu a sua verdadeira identidade, se tornou uma rainha, mas sempre muito verdadeira consigo mesma. A autora conseguiu manter a essência da assassina divertida e descolada junto da rainha que quer cuidar de seu povo e mudar o mundo através do amor. É simplesmente emocionante para qualquer fã dessa série a capacidade que essa mulher tem de escrever personagens fortes e carismáticas.

Melhor quote até agora:

E Aelin Galathynius, rainha de Terrasen, soube que em breve chegaria o tempo de provar exatamente o quanto sangraria por Erilea.

Vai continuar lendo?
Com certeza! Só não agora, porque apenas o título do sexto volume da série foi revelado, então não tem nem previsão de lançamento - muito menos no Brasil. Olho para esse livro todo dia e peço forças ao universo para não acabar com tudo de uma vez, a espera é sofrida demais. (Queria só deixar aqui uma reclamação formal pela Galera ter dividido o quinto volume em dois tomos (portanto, dois livros) só para fazer os leitores trouxas gastarem mais dinheiro. O quarto volume foi igualmente grande e não foi dividido!)

Última frase da página:
- Corra - ordenou ele.

O Oceano no Fim do Caminho

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O Oceano no Fim do Caminho

Minha Classificação:
O Oceano no Fim do Caminho goodreads
de
Publicação: em 2013
Gênero:
ISBN: 9788580573688
Título Original: The Ocean at the End of the Lane
Páginas: 205
Tradução: Renata Pettengil
Compre em lojas confiáveis:
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Capa original

Sussex, Inglaterra. Um homem sai de um funeral para visitar a casa onde passou sua infância, e lá se lembra de quando conheceu Lettie Hempstock quarenta e tantos anos antes, e como ela lhe mostrou o oceano no fim do caminho da Fazenda Hempstock.

Gostei disso. Livros eram mais confiáveis do que pessoas, de qualquer jeito. Pág. 18

Em mais um livro fantástico de Neil Gaiman, temos uma narrativa sobre infância, sempre com elementos de fantasia, mas que não são exagerados – afinal, tudo é possível na mente de um garoto de 7 anos. Ele conhece Lettie Hempstock numa situação bem difícil para a sua família (aqui o chamo de “Ele” porque o protagonista não tem nome), pois um minerador de opalas que estava hospedado com eles, se asfixiou no carro de seu pai e desencadeou uma série de eventos que dão o pano para a manga do livro. No começo, não entendi muito bem quem eram as Hempstock, mas com o decorrer da história, consegui compreender o que elas representam, e creio que esse é o objetivo dessa obra de Neil Gaiman: o quanto nossas experiências quando crianças moldam nossas vidas como adultos.

As crianças, como eu já disse, seguem caminhos alternativos e secretos, ao passo que os adultos vão por ruas e caminhos predeterminados. Pág. 131

Durante todo O Oceano no Fim do Caminho senti um saudosismo imenso, porque a história nada mais é que uma ode à infância. Não sentimos o peso da responsabilidade, da adultez e de tudo que significa crescer e se moldar ao mundo. Tudo isso é associado a elementos criativos muito interessantes, em que as Hempstocks tem um grande papel (amei que são todas mulheres que não precisam de homens) e, por mais que seja um livro, ainda que pequeno, cativa o leitor a ponto de você se preocupar e se chatear com o que Ele passa. O epílogo é incrível, dá um quentinho no coração depois do final agridoce típico de Neil Gaiman, mas mantém o tom de mistério do livro. Enfim, não posso falar muito sobre O Oceano no Fim do Caminho sem estragar o enredo ou a delícia que é ler essa obra tão carinhosa. Só posso dizer que meu amor pelo Gaiman só aumenta!

Top 3 – Filmes que eu Vi Recentemente e Já Quero Ver de Novo

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Em Ritmo de Fuga

O jovem Baby (Ansel Elgort) tem uma mania curiosa: ele precisa ouvir músicas o tempo todo para silenciar o zumbido que perturba seus ouvidos desde um acidente na infância. Mesmo assim, o rapaz revela-se um motorista excelente, e começa a trabalhar para uma gangue de criminosos. Quando um assalto a banco não sai como planejado, ele cai na estrada em fuga.

Falou Edgar Wright, falou eu correndo pro cinema. Ele sabe fazer comédia de um jeito tão diferente e todos os filmes dele tem um cuidado muito grande na edição o que torna tudo ainda melhor. Ele não sabe desenvolver as personagens femininas, isso é um fato, mas você já viu como ele editou o filme para seguir as batidas das músicas? Como o protagonista passa a maior parte do tempo ouvindo música, a trilha sonora é grande parte da história. O roteiro não tem nada de surpreendente, mas você já viu a cena em que o Baby tá andando na rua ouvindo música e a letra está escrita nos muros?

 

A Incrível Jessica James

Uma aspirante a dramaturga em Nova York, Jessica James (Jessica Williams), se esforça para superar um recente rompimento com o namorado (Lakeith Lee Stanfield). Ela vê a luz no fim do túnel quando conhece Boone (Chris O’Dowd), um recém-divorciado. Juntos, eles descobrem uma maneira de viver nesses tempos difíceis, e, entretanto, percebem que gostam um do outro.

Sabe aqueles dias em que você tá se sentindo mal (com ou sem motivo) e só quer ficar em casa vendo filme? Tenho boas notícias para você! Pode colocar “A Incrível Jessica James” na sua lista para esses dias. Eu amei demais a protagonista que é a rainha da auto estima. Assim como “Em Ritmo de Fuga” me fez sentir vontade de sair por aí dirigindo rápido e com música alta, Jessica James me fez querer sair por aí com a roupa que eu quiser me sentindo maravilhosa e me chamando de unicórnio (vê o filme que você vai entender).

Seria meu sonho?

 

Love

Murphy (Karl Glusman) está frustrado com a vida que leva, ao lado da mulher (Klara Kristin) e do filho. Um dia, ele recebe um telefonema da mãe de sua ex-namorada, Electra (Aomi Muyock), perguntando se ele sabe onde ela está, já que está desaparecida há meses. Mesmo sem a encontrar há anos, a ligação desencadeia uma forte onda saudosista em Murphy, que começa a relembrar fatos marcantes do relacionamento que tiveram.

Esse é polêmico e, pelas opiniões que eu vi, tende a ser um filme para amar ou odiar. Eu amei. Não tive a oportunidade de ver em 3D, mas queria muito ter visto. O filme tem muitas cenas de sexo explícito e é daí que surge toda a polêmica. Eu achei todas as cenas muito bem feitas e eu adoro a capacidade do Gaspar Noé (diretor do filme) de nos fazer sentir o que o protagonista sente. Eu não concordo com 99% das atitudes dele, mas consegui sentir o que ele sentia e por isso terminei o filme bem impactada e chateada. É estranho quando isso acontece, mas também maravilhoso.