O Rei Corvo – A Saga dos Corvos 4

por • 161 Acessos

    Livros da série A Saga dos Corvos:

  1. Os Garotos Corvos
  2. Ladrões de Sonhos
  3. Lírio Azul, Azul Lírio
  4. O Rei Corvo
O Rei Corvo

Minha Classificação:
O Rei Corvo goodreads
de
Publicação: em 2016
Gêneros: ,
ISBN: 9788576865506
Título Original: The Raven King
Páginas: 378
Tradução: Jorge Ritter
Lojas confiáveis para comprar livros:
saraivaculturasubmarinoamazon
A compra pode render comissão ao blog.

Capa original

Esse é o quarto e último livro da série, e terá SPOILERS dos outros. Se não se importar, siga adiante!

Ele havia morrido, mas fracassara em continuar morto. Ele era um rei.

Tudo chega ao fim. Inclusive nossas histórias favoritas. Em o Rei Corvo somos confrontados com a urgência de achar soluções para os problemas de Henrietta e dos Garotos Corvos. Todo mundo sabe que enfim chegou a hora de despertar Glendower. Já começamos com as mulheres da Rua Fox, em companhia de Artemus, tentando achar uma forma do Gansey não morrer, porém tudo que elas encontram é a possibilidade de mais gente morrer se elas se envolverem, logo os garotos estarão por conta própria nessa última jornada para encontrar o rei adormecido.

Finalmente entendemos o que realmente acontece em Henrietta e como o pai do Ronan foi uma peça fundamental no desenrolar da história dos garotos. Alguns arcos se fecham aqui, mas ainda temos a inserção de uma nova personagem, que me incomodou um pouco, dentro do grupo dos garotos. Personagem extremamente importante para o desenrolar dos fatos. Não sei se fez sentido essa pessoa ser inserida agora, no quarto livro da série. E no meio de tudo isso ainda temos o demônio que está desfazendo tudo o que os garotos prezam.

A solução para a escuridão, entretanto, existia do lado de fora da linha ley. Ela era multifacetada, incerta e difícil. O desfecho era direto, no entanto.

A sensação que tenho é que tudo aconteceu nas últimas cem páginas e que não foi o suficiente para transmitir a grandiosidade do que estava acontecendo, nem a intensidade dos sentimentos das personagens. Não deu tempo para sentir empatia. Essas páginas contrastaram com o que tinha sido apresentado desde Garotos Corvos. Veja, ainda assim não é ruim, porque o abaixo do esperado da Maggie ainda é bom, mas senti que o livro ficou abaixo das minhas expectativas.

E ainda  temos que falar sobre o final, que final foi esse? Tudo ficou tão em aberto que não sei nada além do básico sobre o que aconteceu com as personagens. Nada contra finais em aberto, mas me senti meio passada para trás, eu esperei tanto tempo por esse fim e foi meio decepcionante ter só isso. Entretanto, nem tudo foi decepção, a relação entre os garotos está mais forte e leve, eles estão assumindo seus sentimentos e isso consolida ainda mais os laços que já existiam entre eles. Acompanhar a história dos Garotos Corvos e da Blue foi uma das melhores coisas que li nos últimos tempos, se tratando de jovens adultos, e por isso continuo indicando fervorosamente essa saga.

A Saga dos Corvos é sobre garotos lutando contra o destino, reis adormecidos, videntes, não beijos, sonhadores, esperança, amizades, lendas antigas e magia. É diferente de tudo o que tem atualmente e merece muito ser lido.

Havia chegado o ano em que ele morreria

PS: A melhor nota seria 3,5 estrelas. Não me sinto confortável em dar 3 estrelas, portanto a nota de 4 estrelas.

      
Resenhas de Livros
0
comentário

Top 3 – Séries de TV Finalizadas que eu Quero Terminar

por • 964 Acessos

Se você acompanha o blog, já sabe que eu vejo muitas séries. Muitas mesmo. Mas fora aquelas que acompanho religiosamente, existem também outras que comecei e não terminei seja por falta de tempo ou de vontade e foi dessa última pilha que eu tirei as três das quais vou falar aqui hoje. Será que dessa vez eu vou conseguir terminá-las ou vai aparecer outra coisa que impeça? Vamos observar.

Wilfred (US)

wilfred

A história de um cachorro e seu homem.

Ryan (Elijah Wood) é um cara tímido que luta para encontrar a felicidade tanto na sua vida pessoal como na financeira, até o dia que ele conhece Wilfred (Jason Gann), o cachorro de sua vizinha Jenna (Fiona Gubelmann) pela qual é apaixonado. O mundo vê Wilfred como um cachorro, mas Ryan o vê como um homem vestido em uma roupa de cachorro. Wilfred ajuda Ryan á quebrar barreira que ele criou em volta de si mesmo.

Nem lembro de onde foi que surgiu a minha ideia de ver essa série, creio que tenha sido porque vi bastante gente comentando o final (que já li para saber se ia gostar antes de começar). Eu vi uns dois ou três episódios e sinceramente não estou cativada. Mas a série tem poucas temporadas e episódios curtinhos, vou ver se consigo terminar, afinal o Elijah Wood tirou um tempo da vida dele para fazer Wilfred né, me custa nada assistir.

Being Erica

beingerica

Being Erica conta a história da vida de uma mulher de trinta e dois anos desempregada, azarada, sem namorado e com uma vida construída à volta de inúmeros arrependimentos passados que condicionam a felicidade de Erica Strange no presente. Já sem esperanças quanto ao futuro, Erica conhece num hospital um indivíduo que lhe propõe algo aparentemente impossível de realizar: viajar ao passado, refazer os enganos e problemas e reconstruir a sua vida. Após aceitar a proposta deste indivíduo, de nome Dr. Tom, Erica elabora uma lista com todos os seus arrependimentos passados que acredita que lhe atrapalharam o presente. Assim, em cada episódio, Erica faz uma viagem ao passado, revive-o e modifica-o, alterando, por conseguinte, a sua vida presente e por extensão, futura.

Em 2010/11 minha timeline do Twitter (@ciblele) só falava dessa série, mas nunca me senti interessada, apesar de gostar do gênero. Mas quando a maravilhosa My Mad Fat Diary chegou ao final, vi pessoas comentando como o desfecho dessas duas séries foi similar e foi aí que finalmente decidi arriscar Being Erica. Atualmente estou na terceira temporada e acho que estava mais certa de não começar do que estou de insistir nessa série. Meu instinto inicial estava correto, a Erica me irrita de uma forma como nenhum personagem me irritava há tempos. Essa eu vou terminar só para ver o final (e provavelmente ficar chateada pelo tempo perdido, mas fazer o quê).

Greek

GreekSerie

Greek conta a história de Rusty. Após entrar na universidade, seu desejo é fazer parte de uma fraternidade e descobrir um jeito mais divertido de viver. Dividido pela responsabilidade dos estudos e o clima de festa e sexo, ele passará por novas experiências, enquanto enfrenta os desafios da vida

Em 2012 eu fiz aquele post falando como amei essa série logo de cara – e me lembro de realmente ter amado. Mas, para o azar de Greek, eu comecei a vê-la ao mesmo tempo que The Good Wife e Breaking Bad, que são duas séries maravilhosas e e que acompanhei fielmente até o series finale. Então, tendo estado tão encantada por estas duas e honestamente por todas as outras do post que já vi até o final (inclusive todas ótimas, pode ver), não sobrou muito tempo para essa série que “abandonei” mais por preguiça do número de episódios do que por qualquer outra coisa. Mas isso está prestes a mudar!! (Se bem que estou cogitando ver Vikings e The Sopranos que também nunca vi e)

        
Top Séries
0
comentário

Coroa da Meia-Noite – Trono de Vidro 2

por • 1888 Acessos

    Livros da série Trono de Vidro:

  1. Trono de Vidro
    1. A Lâmina da Assassina
  2. Coroa da Meia-noite
  3. Herdeira do Fogo
  4. Rainha das Sombras
  5. Empire of Storms
  6. Ainda sem título
Coroa da Meia-Noite

Minha Classificação:
Coroa da Meia-Noite goodreads
de
Publicação: em 2014
Gênero:
ISBN: 9788501401397
Título Original: Crown of Midnight
Páginas: 406
Tradução: Mariana Kohnert
Lojas confiáveis para comprar livros:
saraivafnacculturasubmarinoamazonkobokindle
A compra pode render comissão ao blog.

Capa original

Esse livro é o segundo volume da série Trono de Vidro, portanto essa resenha CONTÉM SPOILERS do primeiro livro. Caso queira ler o que achei dele, Trono de Vidro, clique aqui.

Após vencer a competição que lhe garantiu ser a Campeã do Rei de Adarlan, Celaena Sardothien é enviada em missões para eliminar os inimigos do rei, assim garantindo seu salário e também teto, comida e criados dentro do castelo de vidro. Nehemia, sua amiga e princesa de Eyllwe (um reino subjugado por Adarlan), continua no castelo e é uma das maiores razões para Celaena ficar, junto com Chaol Westfall, o capitão da Guarda Real, o príncipe herdeiro Dorian Havilliard e Ligeirinha, sua cadela. Quando o rei entrega o nome de um velho amigo para que a assassina o elimine, ela se vê frente a um desafio muito maior do que simplesmente acabar com uma vida, ela descobre um levante contra a Coroa.

Celaena rosnou – rosnou mesmo – para ele. Pág. 72

Continuando o absolutamente incrível trabalho de Trono de Vidro, Sarah J. Maas se supera mais uma vez nesse livro. Nele, vemos uma Celaena tão divertida quanto antes, porém mais madura depois dos desafios e das descobertas feitas na competição. A essência da personagem é a mesma, mas nesse segundo volume, conhecemos o lado mais obscuro e assassino de Celaena; por isso conseguimos compreender porque ela detém o título de Assassina de Adarlan e é temida por todos os cantos – mas isso não abole de jeito nenhum a tensão romântica presente desde as primeiras páginas. Temos, finalmente, a assassina se rendendo ao amor, se abrindo mais e rejeitando seu destino para poder desfrutar dele, porém tudo a seu preço. O príncipe Dorian e o capitão Chaol ganham mais pontos de vista (mesmo que o livro seja narrado em terceira pessoa, o descritor também os acompanha ao invés de mostrar apenas Celaena), afinal, são personagens que conhecemos e esse não é mais o livro introdutório da série, e achei isso sensacional. Agora já estamos mais ambientados dentro do castelo, portanto é importante que acompanhemos também os personagens secundários importantes. E também somos apresentados a um novo personagem (não sei muito bem se é isso), que é Mort, a aldrava do mausoléu da Rainha Elena que é absolutamente sensacional: haviam momentos que eu gostava mais dele que do Dorian, por exemplo. Acho que ainda gosto.

Mas a morte era a maldição e o dom de Celaena; a morte fora sua grande amiga naqueles longos, longos anos. Pág. 239

Confesso que não sabia como a autora ia trabalhar o (ensaio de) triângulo amoroso formado no primeiro livro, embora para mim já tenha ficado claro quem a Celaena ia escolher, porém fui mais uma vez, surpreendida positivamente. No decorrer do livro, achei que certo personagem ia se tornar um estorvo, o vilão ou coisa assim, porque a narrativa dava meio que a entender isso, mas Sarah J. Maas soube usar muito bem a história que ela tinha em mãos e acabou que esse personagem se tornou mais imprescindível na narrativa e caiu nas minhas graças (eu tinha terminado o primeiro livro meio de mal com ele). Em nenhum aspecto consegui prever o que ia ocorrer dentro da história, e isso para mim só conta pontos positivos demais tanto para a série quanto para  autora!

[…] A assassina sorriu para ele mais uma vez, felicidade sombria estampada no rosto. De que buraco do inferno ela tinha saído para encontrar prazer em tais coisas? Pág. 387

Coroa da Meia-Noite, para mim, foi um pouco mais contemplativo do que o livro anterior porque nele não há tanta ação, mas sim, um desenvolvimento do universo que a autora propõe e ela o fez muito bem. Passeamos por tramas políticas, conflitos internos dos personagens e guerra, além desse volume ter muito mais explicações do que o anterior. Nele temos revelações enormes, tanto sobre nossa anti-heroína como sobre o rei de Adarlan, que é cercado em mistérios. Finalmente descobrimos um pouco sobre como a magia foi extinta e também sobre os planos macabros do rei, e seus meios para atingi-los. Existem várias reviravoltas ao longo do livro e confesso que houveram momentos que eu admirei muito a coragem que a autora teve para tirar o leitor da zona de conforto – eu sinceramente não achei que ela fosse capaz de armar um circo desses, mas depois do final de Corte de Névoa e Fúria eu não tinha que duvidar era de nada. Não vou contar nada muito detalhadamente porque se não acaba a graça de ler o livro, mas ao longo da história, a autora vai deixando vários ganchos gigantescos para os próximos volumes e o final, meus amigos, não há nada igual. Quando terminei a leitura, fiquei toda arrepiada e virei fangirl de Sarah J. Maas, e penso que esse caminho seja sem volta.

        
Resenhas de Livros
0
comentário

Estante Lotada © 2010-2016 Design e programação por Cibele Ramos

    
Nos mudamos de www.euleioeuconto.com para www.estantelotada.com.br, por favor atualize seus feeds & links!