Top 3 – Séries Estreantes na Fall Season

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Na última semana eu vi três séries estreantes da fall season, duas delas eu já queria ver há tempos e a outra (Easy) eu vi só porque tava fácil (trocadilho, sorry) ali na Netflix. Abaixo vou falar o que achei delas e se acho que vale a pena continuar vendo.

Notorious

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Inspirado na vida real do famoso advogado criminalista Mark Geragos e da produtora de telejornalismo Wendy Walker, o drama midiático acompanha os bastidores de um telejornal, com ênfase na relação entre sua poderosa produtora e um advogado charmoso, que usa seu acesso à bancada do programa para manipular a opinião pública e vencer seus casos.Na série, a personagem inspirada em Wendy é Julia George (Piper Perabo) e a inspirada em Mark é Jake Gregorian (Daniel Sunjata).

Decidi ver essa série porque o trailer foi interessante e adoro a Piper Perabo, mas a série em si, apesar de ter um piloto bom (não ótimo, apenas bom) não parece ter um futuro promissor em questão de roteiro. Sinto que a história não tem muito para onde ir e metade das reviravoltas já foram entregues no primeiro episódio. Pode ser que eu esteja errada, como já errei com Breaking Bad, e Notorious siga um caminho sensacional, mas prefiro esperar críticas futuras antes de ver outro episódio.

Easy

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A história acompanha diversos personagens que vivem em diferentes bairros de Chicago, apresentando seus relacionamentos e problemas sociais. Cada episódio apresentará uma história diferente.

Eu vi a temporada inteira de Easy simplesmente porque estava disponível mas a série para mim foi a mais fraca das três. Os episódios tem histórias soltas, mesmo os que “pegam emprestado” personagens dá para ver for de ordem. Mesmo assim, no geral foi muito fraca, poucas histórias são realmente boas e na maioria das vezes eu só queria pular e ir para a próxima. É uma boa ideia mal aproveitada e se tiver segunda temporada eu não pretendo ver.

This is Us

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Isso é real. Isso é complicado. Isso é a vida.

A série é uma crônica da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia, incluindo Rebecca (Mandy Moore), Jack (Milo Ventimiglia), um casal esperando trigêmeos em Pittsburgh e Kevin (Justin Hartley), um belo ator de televisão que está se cansando da vida de solteirão cobiçado.

Antes de estrear, em todo lugar eu via falarem dessa série e depois da estreia foi ainda pior por causa da suposta reviravolta no episódio piloto. Eu gostei do episódio (embora a surpresa não surpreenda quem já conhece outros trabalhos de seu criador) mas não sei até quando vou continuar acompanhando, não por não ser boa, mas por não ser meu estilo de série. É um drama familiar numa vibe Everwood e eu nunca consegui terminar uma série assim, mas boa sorte.

        
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Once Upon a Time

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Resenhas de séries

Once Upon a Time

Classificação:
Once Upon a Time - 2011 IMDb
Status: 6 temporadas
Episódios vistos: 96
Elenco: Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Jared Gilmore, Robert Carlyle
Gênero: Aventura, Fantasy, Romance
Duração do Episódio: 44 min
Onde assistir: netflix

Once Upon a Time nos mostra o que aconteceu após o felizes para sempre da  Branca de Neve e do Príncipe Charming e não foi nada feliz. Inconformada com a felicidade da Branca, a nossa querida Rainha Má lança uma maldição em todo o reino dos contos de fadas e eles vem parar no mundo real, mais especificamente numa cidade chamada Storybrooke. Na cidade ninguém se lembra de quem era no outro reino, e suas vidas seguem pacatamente normais e sem finais felizes, até que Emma Swan, a salvadora, chega na cidade e ameaça os planos da Rainha Má/Regina para os contos de fadas.

Emma é filha do Charming e da Branca e foi a única que eles conseguiram enviar para o mundo real antes da maldição ter sido lançada, quando ela era um bebê. Como orfã, Emma cresceu passando por vários lares adotivos e enfrentou muitos problemas, inclusive ter um filho enquanto estava presa, filho que foi encaminhado para adoção ainda bebê e que é ninguém menos do que o filho adotivo da Rainha Má/Regina, o Henry.

Henry é uma criança inteligente, que munido do seu livro de contos de fadas quer quebrar a maldição da cidade, por isso ele vai atrás da sua mãe biológica e consegue trazê-la até Storybrooke, a questão agora é fazê-la acreditar que os contos são reais e que só ela pode quebrar essa maldição.

A narrativa da série se divide em dois momentos, o presente e o passado, conforme vamos conhecendo as personagens da cidade, flashbacks são mostrados sobre a vida deles na Floresta Encantada e assim uma teia narrativa vai se formando em que as peças vão se juntando até chegarem no ponto  de convergência das duas narrativas. Esse recurso é usado nas outras temporadas também, nunca sabemos tudo o que aconteceu logo de cara.

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Este é o meu final feliz!

Outro ponto que chama atenção é que ao mesmo tempo em que são as histórias que conhecemos, também não são, tem pontos significativos de diferença, uma profundidade maior nas personagens que não é mostrado nos contos de fadas tradicionais, uma amarração de histórias próprio da série para causar motivações e alianças, e portanto logo entramos em terreno desconhecido, mesmo tendo como base as velhas histórias.

Se no primeiro momento as linhas entre o bem e o mal estão bem delineadas, conforme vamos acompanhando a série percebemos que elas se misturam e se confundem em vários momentos e isso é ótimo, porque começamos enxergar personagens tridimensionais, personagens que vão além do estereótipo de bem e mal. Uma das coisas mais divertidas é perceber que determinados personagens que temos como heróis, são na verdade vilões e vice-versa, isso acaba desconstruindo as imagens que tínhamos deles e coloca essa produção, não como uma adaptação, mas uma nova história sendo contada.

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Faltando poucos dias para começar a sexta temporada da série, a Netflix disponibilizou recentemente a quita, muitas personagens já passaram por aqui, Anna e Elsa de Frozen, Merida, a Bruxa Má do Oeste, Capitão Gancho, Peter Pan, Bela, Mulan, Aurora, Vovó e Chapeuzinho Vermelho, Ariel, Ursula, Cruela de Vil, Éric, Phillip, Malévola, o Grilo falante, Pinocchio, Gepeto, Arthur, Lancelot, Percival, Guinevere, Merlin e muitos outros, que vão construindo o Once Upon a Time.

Um ponto negativo é os efeitos especiais que não são lá essas coisas, mas nada que não possa ser relevado. O foco está sempre no núcleo da Emma que é a Salvadora, e por isso nem todos tem tanto tempo de tela quando aparecem, mas sempre um papel fundamental no desenrolar da trama. Série recomendadíssima para quem gosta de fantasia, contos de fada e drama, afinal, ainda estamos atrás do final feliz dessa galera.

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A Fera em Mim – Villains Tales 2

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    Livros da série Villains Tales:

  1. A Mais Bela de Todas
  2. A Fera Em Mim
  3. Poor Unfortunte Soul

Capa original

A Fera em Mim

Classificação:
Título: A Fera em Mim
Título Original: The Beast Within
ISBN: 9788579309977
Gênero:
Autor:
Ano: 2016
Páginas: 192
Editora:
Tradução: Alline Salles
Compre:
Saraiva Fnac Cultura Amazon Submarino A compra pode render comissão ao blog.

Para quem ainda não sabe, sou enlouquecidamente apaixonada por A Bela e a Fera, a animação da Disney de 1991 (aliás, amo tudo que é da Disney). Um dia andando na livraria, vi que haviam lançado um livro que conta a história anterior ao desenho, ou seja, como o Príncipe Adam (aposto que você não sabia o nome dele, hein?!) veio a se transformar em Fera. Tá, eu sei que no começo da animação explicam o que aconteceu, mas Serena Valentino cria uma versão exclusiva sobre como o Príncipe tão aclamado por seus súditos tem sua vida amaldiçoada até aprender o que é o verdeiro amor.

Não havia nada que ele detestasse mais do que uma garota com muita opinião. Pág. 95

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Antes de falar da história, quero parabenizar a editora por essa linda capa, que na frente é a Fera, e atrás é o Adam, daí quando você abre bem o livro, os rostos se completam. Bem legal! Adorei que mantiveram a capa original, porque a arte é incrível. Sobre a história, achei um pouco pobre, sem focar muito nos empregados, que são super importantes na animação (que afinal das contas, é a inspiração para livro), porém rica em acontecimentos. É realmente horrível a forma como o Príncipe tratava a todos antes da maldição se concretizar e mal ou bem, achei que ele mereceu. Um ponto positivo que eu jamais pensaria, foi de Gaston ter crescido junto ao Príncipe no castelo e eles serem grandes amigos até serem separados pela maldição: uma pegada genial da autora! 

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O verso do livro com o rosto do Príncipe Adam

O livro se passa antes e durante a animação, com trechos citando partes das falas do filme, só que de outro ponto de vista que não o de terceiros: das bruxas, da Fera, da Bela, de Lumière e etc. e situando aquilo junto aos acontecimentos anteriores e posteriores. Nesse quesito achei o livro muito bom, mas ele perdeu uma estrela por duas razões. A primeira foi que não é só uma bruxa humilde que chega na porta do castelo e tal e tal, mas sim quatro irmãs – mas as más mesmo são três delas – que lançam/monitoram a maldição do Príncipe, então quebrou um pouco da mitologia do filme pra mim. Já a segunda foi a tradução: não que não tenha sido boa, mas poxa, traduza as coisas direito, já que o livro foi inspirado no desenho! No Brasil, não é “Senhora Potts”, é Madame Samovar; não é “Cogsworth”, é Horloge. Só o nome do Lumière que não mudaram porque se não ia ser muita sacanagem! Caso o leitor não tenha visto a animação em inglês que nem eu, vai ter que jogar no Google esses nomes para saber quem são esses personagens. Ah, e tem uns errinhos bem grotescos de edição também.

Essa série, mais especificamente esse livro, chega nas livrarias em hora bem oportuna, já que o que mais a Disney faz agora são live-actions de seus clássicos de sucesso. Caso você estivesse morando em Marte nesses últimos tempos e ainda não saiba, dia 17/02/2017 (presente de aniversário pra mim? Sim sim!) vai estrear o live-action de A Bela e a Fera (assista ao teaser aqui e chore junto comigo), e a Bela vai ser nada mais nada menos que minha amada Emma Watson, mais conhecida como Hermione Granger ou “a bruxa mais brilhante da sua idade”. É para amar claro ou com certeza?

        
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