Oscar 2017: Nossas Apostas

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Ano passado fizemos nosso post de apostas então vamos repetir esse ano. Só espero me sair melhor do que ano passado porque passei vergonha né?

Melhor Filme

  • Até o Último Homem (Hacksaw Ridge)
  • A Chegada (Arrival)
  • Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures)
  • Lion: Uma Jornada Para Casa (Lion)
  • Manchester À Beira-Mar (Manchester by the Sea)
  • Moonlight – Sob a Luz do Luar (Moonlight)
  • Um Limite Entre Nós (Fences)
  • La La Land – Cantando Estações (La La Land) Camila Cibele Mayra
  • A Qualquer Custo (Hell or High Water)

Mayra: Queria que fosse Moonlight, mas acho que vai ser La La Land ou Lion.

Cibele: No meu coração é “A Chegada” mas na realidade vai ser “La la land”.

Melhor Direção

  • Damien Chazelle, La La Land – Cantando EstaçõesVencedor Camila Cibele
  • Dennis Villeneuve, A Chegada
  • Mel Gibson, Até o Último Homem
  • Barry Jenkins, Moonlight – Sob a Luz do Luar Mayra
  • Kenneth Lonergan, Manchester À Beira-Mar

Melhor Ator

  • Casey Affleck, Manchester À Beira-Mar Camila Mayra
  • Andrew Garfield, Até o Último Homem
  • Viggo Mortensen, Capitão Fantástico (Captain Fantastic)
  • Denzel Washington, Um Limite Entre Nós Cibele
  • Ryan Gosling, La La Land – Cantando Estações

Mayra: Queria que fosse qualquer um menos o Casey Affleck, mas acho que ele leva. P.S.: Ryan Gosling o ator mais superestimado de Hollywood.

Cibele: Acho que vai ser o Casey Affleck mas não tem forças no universo que me obriguem a votar nesse homem.

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Três Séries Estreantes da Semana

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Big Little Lies

Big Little Lies conta a história de três mães que se aproximam quando seus filhos passam a estudar juntos no jardim de infância. Até então, elas levam vidas aparentemente perfeitas, mas os acontecimentos que se desenrolam levam as três a extremos.

Antes de saber do que se tratava a série eu já fiquei interessada só pelo elenco (olhando a foto que coloquei aqui já dá pra perceber o motivo), mas não vou negar que mesmo com outros atores eu ia acabar assistindo pela sinopse. A história é baseada no livro de mesmo nome, que pretendo ler mas ainda não li, e o piloto foi muito bom em construir uma base de mistério porque teve muitas perguntas e nenhuma resposta. Claro, algumas coisas já dá pra chutar, mas outras, como por exemplo quem morreu no assassinato da primeira cena é algo que ainda vai ser respondido mais a frente. Eu tenho palpites, mas também tenho a impressão de estar muito errada.

Crashing

Crashing, série criada por Judd Apatow (Love, Girls) e pelo comediante Pete Holmes, que também estrela a produção. Crashing é livremente baseada na vida de Pete Holmes, um comediante que passa a se dedicar a escrever HQs depois que sua esposa o abandona. O ex-apresentador da TBS assina a produção executiva da série com Judd Apatow.

Descobri que essa série existia ao ver o trailer uma semana antes da estreia. Tinha tanto comediante legal (alô Sarah Silverman) que na mesma hora eu já anotei para não esquecer de ver. Eu queria ter gostado da série, mas o primeiro episódio foi bem ruim, passou bem longe do meu tipo de humor, sinceramente não tenho nenhuma intenção de continuar vendo.

The Good Fight

Dos criadores Robert King e Michelle King, The Good Fight é o spin-off da aclamada série The Good Wife. Estrelada por Christine Baranski e Cush Jumbo, que reprisaram as personagens Diane Lockhart e Lucca Quinn, The Good Fight conta a história um ano após os acontecimentos da series finale de The Good Wife, no qual uma enorme fraude financeira destruiu a reputação de uma jovem advogada, Maia, ao mesmo tempo acabando com toda a poupança de sua mentora Diane Lockhart, forçando-a a sair da Lockhart & Lee e se juntar a Lucca Quinn em outro escritório de Chicago.

Esse é o spin-off da minha querida The Good Wife que pode ter outra protagonista, mas continua perfeita. Assim como a série anterior, o primeiro episódio já traz uma grande crise na vida da personagem principal que faz com que ela vire o assunto dos EUA enquanto tenta se virar começando na carreira de advogada. As personagens fixas e recorrentes da série anterior estão de volta, mas caso você queria ver The Good Fight antes, até pode, você só não vai vibrar com o fan service do mesmo jeito que eu, mas o entendimento da série vai ser o mesmo (pelo menos no que aconteceu até então).

        
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Deuses Americanos

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Deuses Americanos

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Deuses Americanos goodreads
de
Publicação: em 2016
Gênero:
ISBN: 9788551000724
Título Original: American Gods
Páginas: 576
Tradução: Leonardo Alves
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Capa original

Um amigo meu é apaixonado pelo Neil Gaiman, e um dia ele me indicou Deuses Americanos, e acabei ganhando o livro de aniversário, já que estava na minha wishlist há um tempão. Não tinha noção nem de qual era a sinopse, mas li mesmo assim. Acabou que meu amigo não tinha lido o livro até o fim, me indicou porque sim e agora estou perdidamente obcecada por Neil Gaiman…

Shadow Moon é um homem de 32 anos que está preso a poucos dias de ser libertado depois de três anos atrás das grades. Por uma grande desventura do destino ele é solto mais cedo, porém sem rumo e sem perspectivas, Shadow começa a trabalhar para o misterioso Wednesday e se vê envolvido até o pescoço na guerra entre os velhos e novos deuses.

“Deuses morrem. E, quando morrem para sempre, não há luto nem memória. É mais difícil matar uma ideia do que uma pessoa, mas, no fim das contas, ideias também podem morrer.” Pág. 71

Preciso começar essa postagem com essa frase: Deuses Americanos é diferente de tudo que já li. Pronto, com isso claro, podemos prosseguir. Esse livro é uma história muito profunda sobre a alma de um país construído através de crenças de todos os tipos de povos, de todos os tempos, de todas as formas. Pondo de uma maneira mais adequada, é uma jornada. Enquanto lia, me sentia viajando e passando por todas as situações junto de Shadow e angariando conhecimento, adquirindo experiência e envelhecendo junto com ele. É meio difícil de explicar, mas a maneira que Neil Gaiman conta a trajetória de Shadow Moon entre o mundo dos deuses e dos sonhos é filosófica ao passo que é real e bem humorada a ponto de haver distanciamento e aproximação simultâneos do leitor com o protagonista e com aquele universo divino por nós ignorados e pelo universo mortal em que vivemos. Complicado, mas no bom sentido!

– […] As pessoas perigosas de verdade são aquelas que acreditam que estão fazendo o que estão fazendo única e exclusivamente porque aquela é, sem a menor sombra de dúvida, a única coisa certa a se fazer. E é por isso que são perigosas. Pág. 227

Em meio à essa história incrível, o autor faz reflexões sociais ótimas, dentre elas, a mais clara é sobre a condição humana da fé; que para existirmos, temos que acreditar em algo ou alguém superior que rege o universo e por isso, podemos culpar esse ser pelos nossos erros e acertos na vida, além de nós sermos extremamente volúveis, abrindo mão de nossos deuses e rituais e crenças assim que eles não nos são mais necessários ou cômodos. Isso está intrincado no ponto principal do livro, e para provar seu ponto, Neil Gaiman se usa de muito embasamento histórico, com capítulos sobre a origem dos deuses nos Estados Unidos. Entre as infinitas qualidades de Deuses Americanos temos um retrato extremamente crível de como as divindades trazidas para a América estariam se virando nos dias de hoje, esquecidas, no limbo: prostituição, estelionato, sub-empregos… Tudo isso apenas torna o livro mais e mais interessante.

– Não – respondeu o Sr. Nancy. – Mas só está escuro. Não se deve ter medo do escuro.
– Não tenho. Tenho medo das pessoas no escuro. Pág. 414

O mundo criado por Neil Gaiman é tudo menos previsível. A narrativa toma tantos rumos que é impossível adivinhar o que vem a seguir, e há vezes que não temos como diferenciar o real do imaginário de Shadow. Os plot twists são grandes e no final do livro é uma torrente de acontecimentos tão intensa que é impossível largar. Além disso, a história é bem louca e os elementos folclóricos usados pelo autor são tão diversos e bem articulados que até agora me vejo pensando em como tudo aquilo é possível nessa vida, nós só podemos não estar enxergando. Existe uma parte pré-textual que se intitula “Uma advertência e um alerta para os viajantes“, e quando li o último parágrafo:

Ademais, é desnecessário dizer que todas as pessoas dessa história, estejam elas vivas, mortas ou em outras condições, são fictícias ou usadas em um contexto fictício. Só os deuses são reais.

não entendi muito bem o que significava fora o óbvio, mas agora, lendo até o título dessa parte, amo cada vez mais o livro. Afora, além de ficar rasgando elogios aqui, sinto a necessidade de recomendar Deuses Americanos apenas para quem tem paciência e maturidade literárias suficientes para ler um livro denso e entender de verdade o livro, porque esse é o tipo de história que deve ser lida várias vezes em vários pontos de nossa vida e a cada vez será diferente, entende?

E dia 11 de Março estréia a adaptação desse livro como uma série do canal estadunidense Starz, com Ricky Wittle como Shadow, Ian McShane (ator maravilhoso) como Wednesday e Emily Browning como Laura; e estou super ansiosa para estrear. Você pode assistir ao trailer (CONTÉM SPOILERS DO LIVRO) clicando aqui. Agora é torcer para que seja incrível assim como o livro e ir lendo tudo que o Neil Gaiman escreveu, tocou ou respirou perto até essa adrenalina passar.

Cuidado com o hidromel!

 

        
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