AVISO: Como não tivemos estrutura para terminar Harry Potter e as Relíquias da Morte a tempo de fazer o post do desafio 16 coisas, vamos pular para a próxima etapa (Friends!) e falamos de HP quando conseguirmos terminar (não briga com a gente).Esconder

Friends – 2° Temporada

arquivado em: Pilot
por

Friends – 2° Temporada

Classificação:
Friends - 1994 a 2004
Status: 10 temporadas (finalizada)
Episódios vistos: 236
Canal Original: NBC
Canal no Brasil: RedeTV, SBT, Warner
Compre o Box *A compra pode gerar comissão ao blog.

CIBELE: Já falei no post da primeira temporada, mas não custa repetir né, já tinha visto essa temporada 29831093129312 vezes antes. A primeira foi ótima, mas a segunda foi ainda melhor. Teve um monte de participações especiais (a minha favorita sempre foi e sempre será a da Julia Roberts). O Chandler continua sendo o rei dessa série e as cenas dele são risada certa. Os romances dessa temporada são os meus favoritos da série com a Monica e Richard e o vai não vai de Ross e Rachel que se resolve naquela cena linda quando a Rachel descobre que o Ross ia levá-la ao baile de formatura (he’s her lobster!)
Nota: 5/5.

Friends-Hes-Her-Lobster

CAMILA: Eu juro que estou tentando mas Friends não engrenou ainda para mim, às vezes estou lá vendo os episódios e aí me distraio com qualquer coisa e quando vejo perdi o fio da meada ou o episódio acabou e eu não vi. Essa segunda temporada girou muito em torno da Rachel e do Ross e eu só pensava que era uma coisa fácil de resolver, mas aí eles começam a fazer coisas idiotas e nunca se acertam e isso se prolonga até o fim dessa temporada, e todos os conflitos dos outros personagens são tão mais ou menos para a idade que eles tem, tirando um problema de verdade aqui ou ali o resto é tão bobo que me irrita um pouco. Sim meu professor me lembrou que Friends é uma sitcom e que portanto não tem nada de errado com ela e que se quero coisas mais profundas, por que falei para ele que Friends era superficial, deveria ir ler Dostoievski então estou trabalhando para deixar minha implicância de lado. Outra coisa que não posso negar é que dou risada com alguns episódios, mesmo com os no-sense por isso avante para a terceira temporada.
Nota: 3/5.

MAYRA: Bom, acho que nessa segunda temporada a série mostra a que veio e como conquistou fãs já na primeira temporada. O primeiro episódio já tem um plot maravilhoso e inusitado (Phoebe casada?) e ao longo da temporada, eles exploram situações muito reais, com a mesma fórmula de sempre, como uns ganhando menos que os outros e não conseguindo acompanhar os gastos – e conversando sobre isso. Mas também existem as situações surreais como a Monica sendo responsável pelo buffet do casamento da Caroline e da Susan (aqui a Boo de Orange Is The New Black aparece!!) sozinha e o Marcel se tornando astro de filme de Hollywood: e aqui chegamos na parte das participações especiais que mostram como a série ganhou prestígio já na primeira temporada (que teve cameo de ninguém menos que George ~lindão~ Clooney) e com Julia Roberts, Brooke Shields e Jean Claude Van Damme, seguram a audiência pós Super Bowl com um episódio duplo (que aliás foi um dos que eu menos gostei porque Rachel e Monica brigando por homem arghhhh). A relação de Ross e Rachel ainda tem destaque mas não se torna cansativa por mais que o assunto seja bastante abordado. Destaques vão para: Chandler, Joey, Phoebe, o episódio de Russ e Ross, do terceiro mamilo do Chandler, o modo como o Fun Bobby sai da série e todo mundo jogando água na cara do Joey. Melhor. Coisa. Da. Vida. O. Ross. De. Bigode. E. Permanente. APENAS.
Nota: 5/5.



                 postado em:
arquivado em: Pilot

escrito por:

Wishlist de Maio

arquivado em: News Literárias
por

Hoje o post está cheio de livros que queremos para ontem! Mas antes de você começar a ler, duas coisas:
1) aceitamos presentes;
2) não nos responsabilizamos por aumento da sua wishlist.

CIBELE

Vivian-Contra-o-ApocalipseVivian Contra o Apocalipse – Vivian Apple 1, Katie Coyle

Compre agora A compra pode gerar comissão ao blog.

Vivian Contra o Apocalipse – Vivian Apple tem 17 anos e mal pode esperar pelo fatídico “Arrebatamento” — ou melhor, mal pode esperar para que ele não aconteça. Seus devotos pais foram escravizados pela Igreja faz tempo demais, e ela está ansiosa para que voltem ao normal. O problema é que, quando Vivian chega em casa no dia seguinte ao suposto Arrebatamento, seus pais sumiram e tudo o que restou foram dois buracos no teto… Vivian está determinada a seguir vivendo normalmente, mas quando começa a suspeitar que seus pais ainda podem estar vivos, ela percebe que precisa descobrir a verdade. Junto com Harp, sua melhor amiga, Peter, um garoto misterioso que tem os olhos mais azuis do mundo e informações sobre o verdadeiro paradeiros dos seguidores da Igreja (ou é o que ele diz), e Edie, uma Crente que foi “deixada para trás”, os quatro embarcam em uma road trip pelos Estados Unidos. Mas, depois de atravessar quilômetros de eventos climáticos bizarros, gangues de Crentes vingativos e um estranho grupo de adolescentes auto-intitulados os “Novos Órfãos”, Viv logo vai perceber que o Arrebatamento foi só o começo.

O título + a sinopse já me ganharam de cara. Saber que a Vivian é uma personagem feminina forte só me fez querer ainda mais. Estou evitando comprar livros físicos por motivos de espaço, então baixei o primeiro capítulo no Kobo só para ver como era, li e tô amando até agora. Quero muito ler o resto!

 

YoungerYounger, Pamela Redmond Satran

Compre agora A compra pode gerar comissão ao blog.

Alice sempre pareceu mais nova do que realmente era, apesar de alguns fios de cabelo branco e do jeito despojado de dona de casa de Nova Jersey. Ou melhor: ex-dona de casa. Agora que o marido a deixou e que a filha já não é mais criança, ela precisa refazer sua vida. Então deixa que sua melhor amiga, Maggie, transforme seu visual na véspera do Ano-Novo. Graças às maravilhas da tintura de cabelo e de um par de jeans colado ao corpo, Alice se vê com uma aparência mais jovem, fato atestado num bar de Manhattan: à meia-noite, ela beija um cara que ainda usava fraldas quando ela já cursava o ensino médio. A mentirinha que contou a Josh a faz acreditar que, se ninguém perguntar sua idade, ninguém vai descobrir a verdade. Então Alice se candidata a um cargo na editora em que trabalhou brevemente antes de se tornar mãe em tempo integral – e consegue o emprego. Aos poucos, Josh se apaixona perdidamente por Alice, uma mulher muito mais interessante que as da idade dele. Para ele, Alice tem 29 anos – e pela primeira vez desde os 29 ela tem a sensação de que a vida é um mar de possibilidades. Mas, infelizmente, uma delas é ser desmascarada.

Esse eu quero porque a série de TV é maravilhosa e o começo é muito The Good Wife!! Comecei a ver por causa da Sutton Foster e pela sinopse, mas agora amo tanto que nem sei. Fiquei louca ao descobrir que tinha livro e também baixei o primeiro capítulo pro Kobo e também quero pra ONTEM!

 

ninguem transa as tercafeirasNinguém Transa Às Terças-Feiras, Tracy Bloom

Compre agora A compra pode gerar comissão ao blog.

Katy e Matthew eram um casal inseparável. Mesmo quando ingressaram em universidades diferentes, resistiram por um tempo à distância e às tentações dessa nova fase da vida. Até que Matthew pisou feio na bola e pôs tudo a perder. Dezoito anos depois, eles se reencontram numa confraternização de ex-alunos. Matthew está casado, e Katy, comprometida. Mas aquela festa, embalada por hits dos anos 1980, reacende a velha chama. Quando acordam juntos na manhã seguinte, confusos e arrependidos, decidem nunca mais se ver. Pelo menos era esse o plano. Agora, Katy está grávida e precisa encarar os desafios de ser mãe ao lado de Ben, seu namorado oito anos mais jovem. Ao mesmo tempo, Matthew vê sua vida perfeita entrar em colapso ao descobrir que pode ser o pai do filho de Katy justamente quando Alison, sua esposa, também está grávida, de gêmeos. Sem saber quem é o pai da criança, Katy se vê mais dividida do que nunca. E, embora saiba que Matthew a magoou como nenhum outro homem, não consegue se desvencilhar dos antigos sentimentos.

Esse eu acabei de receber num e-mail de lançamentos da Record. Cliquei com uma cara esquisita porque achei que ia ser meio besta por causa do título, mas acabei de ler a sinopse já amando. Achei uma coisa muito Emily Giffin e tô só terminando de escrever o post para ver se tem o e-book na Cultura pra comprar (sei que não vou comprar agora, mas abrir o link e ficar sonhando com ele na estante é grátis).

Leia tudo »



                 postado em:
arquivado em: News Literárias

escrito por:

Os Últimos 5 Anos

arquivado em: Sessão de Cinema
por

Os Últimos 5 Anos

Classificação:
Título Original: The Last Five Years
Estreia no Brasil: 2015
País: EUA
Gênero: Musical, Drama, Comédia
Direção: Richard LaGravenese
Roteiro: Richard LaGravenese
Elenco: Anna Kendrick, Jeremy Jordan
Duração: 94 Minutos

Quanto mais eu conheço a Anna Kendrick mais apaixonada por ela eu fico. Daí surgiu na minha vida esse romance musical onde ela é a protagonista. Fui correndo ver, obviamente.

Baseado no musical da Broadway, Os Últimos 5 Anos conta a história de Cathy e Jamie do começo ao fim do relacionamento através de músicas. E são muitas músicas mesmo. A maioria dos musicais tem textos e falas como qualquer outro filme, mas esse não. Se somar tudo acho que não dá 10 minutos. Eu particularmente prefiro assim ♪ do que começar a cantar no meio de uma frase qualquer ♫.

Cathy conta a história do final pro começo e Jamie do começo pro final. O filme começa com a Cathy cantando Still Hurting sofrendo com o final e em seguida o Jamie conta sobre o momento em que se apaixonou por ela em Shiksa Goddess. Os dois cantam as músicas sozinhos até que se encontram no meio do relacionamento e passam a dividir algumas canções.

Eu gostei muito da (des)construção do relacionamento deles, a direção ganhou pontos a mais por usar tons claros e cores quentes nos momentos felizes e tons escuros para os momentos tristes (ali embaixo nas gifs dá para ver bem isso). Outro bônus é o fato de alguns trechos das músicas terem sido usados para partes boas e ruins. Se você for prestando atenção nas letras, vai perceber o quanto isso acontece e quão inteligente foi o uso desse recurso.

A Anna rainha tá incrível como Cathy. A interpretação e a voz estão apenas maravilhosas. O Jeremy Jordan eu não conhecia, mas fiquei encantada com ele. Inclusive fui procurar vídeos da peça na Broadway e de todos os Jamies que vi, ele foi o que gostei mais. Inclusive ele tem uma voz que é coisa linda de ouvir. Das músicas dele a que mais gostei foi The Schmuel Song onde ele faz várias vozes e meio que fala e canta, tudo ao mesmo tempo.

Leia tudo »



                 postado em:
arquivado em: Sessão de Cinema

escrito por:

Li até a página 100 e… #29: A Viajante do Tempo – Outlander 1, Diana Gabaldon

arquivado em: Li até a página 100 e...
por

Quem quiser pode postar isso como uma tag, é só clicar aqui para saber como participar. Não esquece de deixar o link ali nos comentários para eu te visitar :)


Outlander - A Viajante do Tempo
Outlander #1
Diana Gabaldon

Primeira frase da página 100:
E mesmo com tudo que já ouvi falar desse capitão Randall, ficaria surpreso de ouvir que um oficial do exército inglês tivesse o hábito de estuprar viajantes perdidas.

Do que se trata o livro?
Claire é um enfermeira que atuou na Segunda Guerra Mundial, e após o fim desta, foi curtir uma segunda lua de mel com seu marido - que está pesquisando sobre sua árvore genealógica - na Escócia. Lá ela presencia um ritual bruxo secular que a deixa intrigada. No dia seguinte, ao voltar no lugar do ritual, ela se vê transportada para um mundo diferente. Ela viajou no tempo e foi parar em 1714 em meio a guerra da Inglaterra e Escócia.

O que está achando até agora?
O livro é muito bom. Muito bem desenvolvido historicamente e tudo muito cadenciado para que a história seja contada a seu tempo. O início do livro é bem parado mas depois a autora mostra ao que veio, com situações bem propícias à época.

O que está achando da personagem principal?
Claire é forte, determinada e inteligente. Sabe lidar com as situações do presente e do passado na maior calma e raciocina muito bem sobre suas escolhas mesmo quando está em saia justa.

Melhor quote até agora:

Não era de admirar que fosse tão bom com cavalos, pensei indistintamente, sentindo seus dedos acariciando-me suavemente atrás das orelhas, ouvindo as palavras tranquilizadoras e incompreensíveis. Se eu fosse um cavalo, deixaria que me conduzisse para onde quisesse. (pág. 93)


Vai continuar lendo?
Com mais certeza absoluta do que o amor que eu sinto por Jamie.

Última frase da página:
"Até eu descobrir quem você realmente é."



                 postado em:
arquivado em: Li até a página 100 e...

escrito por:

0
comentário

Sim, eu sou sua fã, Gregg Araki

arquivado em: Fangirlando
por

arakiNão é que eu seja ó que conhecedora de cinema, nem estudo isso nem nada, mas vejo muitos filmes e tenho meus profissionais favoritos. Gregg Araki é um deles.

É verdade que só vi 4 filmes, dele, mas para ser sincera depois de ver o primeiro eu já me considerava fã. Há anos quando li sobre o filme Splendor – Um amor em duas vidas (para que esse subtítulo não sei) já fiquei super curiosa, mas foi só no ano passado que finalmente assisti e ao terminar corri para ver quem era esse diretor maravilhoso. Nascia aí mais um favorito na minha vida.

Gregg Araki é um diretor americano que nasceu em 1959 na Califórnia. Ele é representante do New Queer Cinema e conquistou a fama com seus filmes independentes. No Brasil é mais conhecido por Mistérios da Carne (Misteryous Skin). Assim como Tarantino, outro diretor maravilhoso, Araki além de dirigir, é roteirista da maioria de seus filmes.

Splendor – Um amor em duas vidas (Splendor) – 1999 – Comédia

splendor-screenshot

O filme é narrado em primeira pessoa (sabe, com a protagonista olhando direto para a câmera enquanto conta sua história?) por Veronica que pouco depois de se mudar para a cidade grande, conheceu dois caras maravilhosos e começou a sair com os dois ao mesmo tempo com o consentimento de ambos. Quando um deles perde o emprego e vai morar com ela o outro decide se mudar também começando assim um relacionamento poliamoroso.

Eu nunca tinha visto nada que falasse de poliamor. Eu sei que tinha Aline, aquela série da Globo e tudo o que deu origem a ela, mas nunca acompanhei, então Splendor foi um choque de novidade e maravilhosidade tão grande que eu fiquei um tempo procurando ficção do assunto para ler, mas não achei e desisti. Eu adorei o filme todo e o final que não tratou o relacionamento deles como uma coisa errada que precisasse ser resolvida.

Leia tudo »



                 postado em:
arquivado em: Fangirlando

escrito por: