#58: It: A Coisa, Stephen King

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It: A Coisa

It: A Coisa goodreads
de Stephen King
ISBN: 9788560280940
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Primeira frase da página 100:
[...] Eu jamais colocaria você em uma coisa assim se tivesse um motorista livre, mas dois estão doentes, Demetrios está de férias e todos os outros têm trabalhos marcados. [...]

Do que se trata o livro?
It é o famoso livro de terror de Stephen King que conta a história de uma entidade que ataca adultos e crianças a cada 25, 26 ou 27 anos em Derry, uma cidade estadunidense. Essa entidade quase sempre toma a forma de um palhaço assustador, o Sr. Bob Gray ou Pennywise.

O que está achando até agora?
A história é aterradora. Ler esse livro me deixa, muitas vezes, meio paralisada de pavor, só que é impossível largar a leitura. Tenho muito muito muito medo de palhaço e a narrativa não é típica de livros de suspense comuns em que a tensão é construída: já nas primeiras páginas o leitor lida com Pennywise sendo horrível e isso é bom e ruim ao mesmo tempo porque dá o tom de terror do livro mas choca desde o começo. Às vezes a história se torna muito triste, mas não perde o ritmo em momento nenhum.

O que está achando da personagem principal?
Não é uma protagonista, mas sim um grupo de adultos que estão vivendo suas vidas longe da cidade em que nasceram, mas que têm de retornar à Derry para lidar com A Coisa. Através de flashbacks, temos como eles se conheceram e como tiveram seus primeiros contatos com a entidade, e todos os personagens até agora se mostraram muito plausíveis e com uma essência bem construída (menos A Coisa que quando aparece quase choro).

Melhor quote até agora:

Um local de alimentação para animais. O que está se alimentando em Derry? O que está se alimentando de Derry?

Vai continuar lendo?
Sim! Na verdade não estou na página 100, mas sim na 269 (de 1103) e até agora estou "gostando" muito. As aspas são porque a história é incrivelmente bem montada e desenvolvida, de maneira que enfeitiça o leitor e simplesmente não dá para não querer desvendar o mistério d'A Coisa até o fim; porém seria muito fora do meu caráter gostar de alguma coisa que envolva um palhaço bizarro assassino... Só não sei se a leitura irá andar rápido, porque esse livro tem mais de mil páginas e é super pesado, então é difícil carregá-lo para todos os lados.

Última frase da página:
[...] - A voz dela estava aumentando, ficando frenética, e para o horror de Eddie ela começou a parecer mais e mais com a sua mãe, sua mãe como...

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The Handmaid’s Tale – Parte 2

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The Handmaid’s Tale – Parte 2

Minha Classificação:
The Handmaid's Tale - 2017 The Movie DB
de Bruce Miller
Status: 1 temporada (renovada)
Episódios vistos: 10
Elenco: Elisabeth Moss, Alexis Bledel, Samira Wiley, Yvonne Strahovski, Joseph Fiennes, Max Minghella
Gênero: Drama, Sci-Fi & Fantasia
Canal Original: Hulu
Canal no Brasil: Nenhum
Duração do Episódio: 50 minutos

A parte 1 desse post, escrita pela Mayra, pode ser lida aqui.

The Handmaid’s Tale é uma série do serviço de streaming Hulu, concorrente da Netflix, que foi baseada no livro de 1985 de mesmo nome que no Brasil foi lançado pela Rocco como “O Conto da Aia”. Sempre ouvi falarem muito bem do livro (que não li) e desde a estreia da adaptação também só ouço elogios. Eu não tinha conseguido começar a ver até ontem. Terminei toda a primeira temporada há alguns minutos e aqui vai a minha opinião.

A série é uma distopia onde as mulheres não conseguem mais engravidar e mesmo quando conseguem os bebês tem pouca chance de sobrevivência. Os religiosos americanos então dão um golpe de estado nos EUA assumindo o governo e com isso escravizam mulheres férteis para serem engravidadas pelos homens do alto escalão. Assustador, né? Além disso, muito Black Mirror.

Eu não li a sinopse então fui ficando horrorizada aos poucos cada vez que a sociedade da história se revelava mais cruel. Apesar de trabalhar muito bem o suspense, a série consegue mostrar ainda no primeiro episódio tudo o que precisamos saber sobre o que está acontecendo. E mesmo sem guardar informações consegue entregar uma temporada completa e sem muita “encheção de linguiça”.

A fotografia da série é uma das mais bonitas atualmente competindo apenas com Better Call Saul no quesito “caraca olha esse quadro” e “que escolha maravilhosa de ângulo da câmera”. A trilha sonora é incrível sabendo dosar tensão e alegria usando, além da excepcional interpretação do elenco, as músicas e sons da cena. Já que mencionei o elenco, quero falar aqui de Elisabeth Moss que vive a protagonista June/Offred. Infelizmente ainda não vi Mad Men e The West Wing, que são as séries anteriores onde ela esteve, mas não é todo dia que a gente tem a chance de ver uma atriz dar um show de atuação como ela deu aqui. A direção usa muitas tomadas em primeiríssimo plano para expressar as emoções dos personagens, e é possível ver Elisabeth transitando entre uma gama de sentimentos em poucos segundos. Espero que ela ganhe todos os prêmios que merece no ano que vem.

Não queria ter que te dizer isso mas há chances de você morrer de medo do Shakespeare Apaixonado.

Dificilmente uma série vai ser impecável e, não vou mentir, The Handmaid’s Tale bem que tentou e quase conseguiu, mas teve um grande problema pra mim: a passividade da protagonista. Ela durante a maior parte dos episódios não age e fica basicamente esperando alguma coisa acontecer com ela. Somos tomados por uma série de flashbacks sobre ela e outros personagens importantes onde vemos uma June forte e que luta para conseguir o que quer e, apesar de mostrarem que ela passou por um monte de coisas ruins que obviamente a fizeram mudar, eu não consegui entender essa falta de ação. Se você quer fazer o seu personagem ir de encontro ao esperado, você precisa desenvolvê-lo melhor para que eu consiga entender as motivações dele.

Como não quero me estender muito nos detalhes da trama, me limito a dizer que ela tem muito porque lutar, mas prefere apenas, literalmente, torcer pelo melhor. Existem outras personagens fortes, mas são apenas coadjuvantes e agindo conseguem mais em um dia do que a June em três anos. Talvez tanta passividade seja só para conseguir mover a história a passos de tartaruga enquanto uma Handmaid diferente resolveria rápido. Fica a reflexão.

Apesar desse pequeno grande problema The Handmaid’s Tale é maravilhosa e merece todos os elogios que vem recebendo. Eu pretendo ler o livro, mas não tenho previsão de quando vou conseguir fazer isso, de toda forma fico aqui torcendo para que os eventos do final da temporada despertem June para ser a protagonista forte que eu sei que ela pode ser e leve a série para ainda mais perto da perfeição.

Enquanto a segunda temporada não chega, que tal passar o tempo com alguns livros e filmes? O CupomValido.com.br tem várioooos cupons de desconto para um monte de loja legal. Que tal dar uma olhada lá? http://www.cupomvalido.com.br/

#57: A Rainha de Tearling – A Rainha de Tearling 1, Erika Johansen

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A Rainha de Tearling (A Rainha de Tearling, #1)

A Rainha de Tearling (A Rainha de Tearling, #1) goodreads
de Erika Johansen
Série: A Rainha de Tearling #1
ISBN: 9788556510280
Compre em lojas confiáveis:
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Primeira frase da página 100:
E você?

Do que se trata o livro?
O livro acompanha a jornada da futura rainha de Tear, Kelsea. Ela foi criada longe do castelo e em segredo numa cabana no meio da floresta. O livro inicia quando sua escolta chega para levá-la de volta para reivindicar o trono ocupado por seu tio. Após uma vida isolada e sem saber quem é o seu pai, ou como foi o reinado da sua mãe, ela adentra um reino cheio de promessas, mentiras, escravidão e uma ameaça de guerra dos reinos vizinhos.

O que está achando até agora?
O livro é bom, mas extremamente lento. Os capítulos são longos e as coisas demoram a acontecer, Por outro lado a autora foge da maioria dos clichês com protagonistas femininas e eu gosto disso, gosto que ela não seja nem fodona, nem indefesa. Gosto que ela explore seus limites, mas saiba que eles existem.

O que está achando da personagem principal?
A Kelsea é uma mistura de firmeza e indecisão, eu sei que parece contraditório, mas por estarmos na cabeça da personagem isso fica claro. Ela foi criada para governar e aprendeu história, política, línguas e outras habilidades pertinentes a uma rainha. Porém, nada sabe de concreto sobre sua mãe, sobre seu exílio ou mesmo sobre as condições do reino que ela governará. Por isso mesmo querendo demonstrar firmeza em suas decisões, ela ainda é muito insegura sobre suas atitudes.

Melhor quote até agora:

Rainha tear, você estará morta em uma semana ou será a monarca mais temível que este reino já conheceu. Não vejo meio-termo.

Vai continuar lendo?
Sim! Estou com ele há algum tempo e pretendo terminá-lo ainda esse mês.

Última frase da página:
Clava assentiu, a determinação visível em seu semblante calejado.