#59: Pátria Chamada Amor, Marcia Rubim

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Pátria Chamada Amor: Quando vencer a batalha significa se render

Pátria Chamada Amor: Quando vencer a batalha significa se render goodreads
de Márcia Rubim
ISBN: B0725X7PZ5
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kindle
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Primeira frase da página 100:
[...] assisti a outro homem tentando agarrar o alvo da minha cobiça, apesar de nem conhecê-la ainda. Nada ali me pertencia.

Do que se trata o livro?
Pátria Chamada Amor conta a história de Nina e Christiano, que se conheceram em circunstâncias nem um pouco legais, porém encontram um no outro um porto seguro. Nisso, Christiano, capitão do exército, é convocado para integrar a Missão de Paz no Haiti (MINUSTAH), e vai descobrir que a maior batalha de sua vida é reconquistar um amor perdido.

O que está achando até agora?
Na verdade não li até a página 100, mas sim até a 259 (não sei se o número está certo porque estou lendo no Kobo). Confesso que no começo achei que não fosse gostar muito, pois achei que o desenvolvimento da história seria fraco, mas me peguei lendo rápido porque precisava saber o que acontecia! Houveram umas pequenas coisas que me incomodaram, mas nada que me faça largar o livro.

O que está achando da personagem principal?
A Nina é um amorzinho e cheia de personalidade, estou gostando muito muito mesmo dela. Christiano (prefiro Vicenzo, dá licença) é um cara super legal e cavalheiro, e também (extremamente importante) sabe reconhecer seus erros. Gosto. O livro é narrado tanto por ele quanto por ela, e sempre gosto quando isso acontece porque a narrativa parece mais dinâmica e nós temos as duas visões do que está acontecendo na história e na cabeça dos personagens.

Melhor quote até agora:

- Quer saber de uma coisa, Christiano? Dane-se você e os seus julgamentos! - berrou. - Sei muito bem quem eu sou e não preciso da sua aprovação para nada, ouviu bem?

Vai continuar lendo?
Claro! Cheguei num momento em que preciso saber como a autora vai seguir adiante na história e tô shippando Nina e Vicenzo até não poder mais!

Última frase da página:
O negócio foi que não agi com a cabeça[...]

Top 3 – Últimos Filmes Vistos

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Depois de pensar sobre o post de hoje e não ter terminado nenhuma leitura para resenhar, resolvi falar sobre os 3 últimos filmes que assisti e o que achei deles. Let’s go!

Mulher Maravilha

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.

Disparado o melhor filmes da DC, a Mulher Maravilha chegou e foi lindo. Tenho poucas reclamações para fazer do filme, sobre ângulos e efeitos, mas nenhuma da personagem, apesar de não ter acompanhado ela dos quadrinhos, sinto que ela foi bem retratada no longa. Diana é maravilhosa, inocente, determinada. Ela é a super heroína que precisávamos, e trouxe uma mensagem potente. Na cena da trincheira, sem maiores explicações por motivos de spoilers, eu comecei a chorar, porque é tão poderosa, é tão tocante, ver uma mulher fazendo o que deve ser feito e acreditando, acreditando na humanidade e no bem. Definitivamente o filme que eu queria e precisava. 

Lion

Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

Logo quando o Oscar indicou os melhores filmes para o prêmio, estava determinada a assistir todos antes da premiação, porém mudei de casa, fiquei sem internet e a determinação sumiu. Agora que Lion foi laçando na Netflix que pude finalmente assistir. É um filme bonito, sobre raízes e identidade, ou melhor sobre como faz falta essas coisas. A primeira parte é linda e angustiante, e a criança que faz o Saroo (Sunny Pawar) é muito talentosa. Porém, o filme perde um pouco de brilho na segunda parte, a obsessão de encontrar sua família e a superficialidade com o as outras partes da sua vida são retratadas, me cansou um pouco. Até acho que deve ter sido um recurso para demonstrar como só aquilo era importante para o Saroo, mas deixou o ritmo cansativo. No final ele volta a ganhar um pouco de brilho de novo, mas não é espetacular. 

Os Últimos Cavaleiros

Um grupo de guerreiros perde seu mestre após o assassinato cometido por um imperador tirânico. Juntos, eles partem em busca de vingança.

Esses dias sapeando na televisão, alguém ainda usa essa expressão?, acabei assistindo esse filme no Telecine. É uma mistura de medieval com samurai, eu sei parece confuso, mas a sociedade responde a um imperador que distribuiu as terra em Feudos, que são comandadas por nobres. Esses nobres mantém seus próprios exércitos e possuem lealdade extrema de seus comandantes que seguem um código de honra, junto com os guerreiros, muito rígido e extremo. Após a execução de um nobre condenado por traição e a desonra para sua família e todos que moravam em seu feudo, seus guerreiros vão atrás de vingança. É um tipo de filme com muita ação, estratégia e lutas de espada. Mas completamente vergonhoso na forma como retrata as mulheres, não consegue mostrar nenhuma que seja mais que coadjuvante dos coadjuvantes. E quando aparecem é apenas para movimentar o roteiro. É fraco, se não tiver mais nada para ver tudo bem, do contrário pode passar sem, muito obrigada. 

PS: Quero fazer menção honrosa aqui para Moonlight que também entrou na Netflix e que vi antes desses. Tem resenha da Ma aqui

PS²: Todas as sinopses são do Adoro Cinema

#58: It: A Coisa, Stephen King

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It: A Coisa

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de Stephen King
ISBN: 9788560280940
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Primeira frase da página 100:
[...] Eu jamais colocaria você em uma coisa assim se tivesse um motorista livre, mas dois estão doentes, Demetrios está de férias e todos os outros têm trabalhos marcados. [...]

Do que se trata o livro?
It é o famoso livro de terror de Stephen King que conta a história de uma entidade que ataca adultos e crianças a cada 25, 26 ou 27 anos em Derry, uma cidade estadunidense. Essa entidade quase sempre toma a forma de um palhaço assustador, o Sr. Bob Gray ou Pennywise.

O que está achando até agora?
A história é aterradora. Ler esse livro me deixa, muitas vezes, meio paralisada de pavor, só que é impossível largar a leitura. Tenho muito muito muito medo de palhaço e a narrativa não é típica de livros de suspense comuns em que a tensão é construída: já nas primeiras páginas o leitor lida com Pennywise sendo horrível e isso é bom e ruim ao mesmo tempo porque dá o tom de terror do livro mas choca desde o começo. Às vezes a história se torna muito triste, mas não perde o ritmo em momento nenhum.

O que está achando da personagem principal?
Não é uma protagonista, mas sim um grupo de adultos que estão vivendo suas vidas longe da cidade em que nasceram, mas que têm de retornar à Derry para lidar com A Coisa. Através de flashbacks, temos como eles se conheceram e como tiveram seus primeiros contatos com a entidade, e todos os personagens até agora se mostraram muito plausíveis e com uma essência bem construída (menos A Coisa que quando aparece quase choro).

Melhor quote até agora:

Um local de alimentação para animais. O que está se alimentando em Derry? O que está se alimentando de Derry?

Vai continuar lendo?
Sim! Na verdade não estou na página 100, mas sim na 269 (de 1103) e até agora estou "gostando" muito. As aspas são porque a história é incrivelmente bem montada e desenvolvida, de maneira que enfeitiça o leitor e simplesmente não dá para não querer desvendar o mistério d'A Coisa até o fim; porém seria muito fora do meu caráter gostar de alguma coisa que envolva um palhaço bizarro assassino... Só não sei se a leitura irá andar rápido, porque esse livro tem mais de mil páginas e é super pesado, então é difícil carregá-lo para todos os lados.

Última frase da página:
[...] - A voz dela estava aumentando, ficando frenética, e para o horror de Eddie ela começou a parecer mais e mais com a sua mãe, sua mãe como...

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